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I Marcha Nacional contra a Homofobia - 1º Grito Nacional pela Cidadania
Editoria local Salvador, Ba, 18.03.2010 - 10hs20


 

 

I Marcha Nacional contra a Homofobia - 1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia
A Direção da Associação Brasileira de Lésbicas , Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT, reunida em 02 de março de 2010, resolveu convocar todas as pessoas ativistas de suas 237 organizações afiliadas, assim como organizações e pessoas aliadas, para a I Marcha Nacional contra a Homo-Lesbo-Transfobia, vinda de todas as 27 unidades da federação, tendo como destino a cidade de Brasília.

No dia 19 de maio de 2010, será realizado o 1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT, com concentração às 9 Horas, no gramado da  Esplanada dos Ministérios, em frente à Catedral metropolitana de Brasília.  Em 17  de maio é comemorado em todo o mundo o Dia Mundial de combate a  Homofobia (ódio, agressão, violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT). A data de 17 de maio é lembrada pela retirada da homossexualidade da classificação internacional de doenças da Organização Mundial de Saúde.


No Brasil, todos os dias, 20 milhões de brasileiras e brasileiros assumidamente lésbicas, gays, bissexuais, travestis ou transexuais - LGBT têm violados os seus direitos humanos, civis, econômicos, sociais e políticos. “Religiosos” fundamentalistas, utilizam-se dos Meios de Comunicação públicos, das Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas, Câmara Federal e Senado  para pregar o ódio aos cidadãos e cidadãs LGBT e impedir que o artigo 5 da Constituição federal (“todos são iguais perante a lei") seja estendido aos milhões de LGBT do Brasil. Sem nenhum respeito ao Estado Laico, os fundamentalistas religiosos utilizam-se de recursos e espaços públicos  (escolas, unidades de saúde, secretarias de governo, praças e avenidas públicas, auditórios do legislativo, executivo e judiciário) para humilhar, atacar, e pregar todo seu ódio contra cidadãos e cidadãs LGBT. O resultado desse ataque dos Fundamentalistas religiosos tem sido um desastre. O assassinato de um LGBT a cada dois no Brasil (dados do Grupo Gay da Bahia - GGB) por conta de sua orientação sexual (Bi ou  Homossexual) ou identidade de gênero (Travestis ou Transexuais)


O Congresso Nacional não aprova nenhuma lei que garanta a igualdade de direitos entre cidadãos(ãs) Heterossexuais e Homossexuais no Brasil.

O Supremo Tribunal Federal não julga as Arguições de Descumprimento de Preceitos Fundamentais e Ações Diretas de Inconstitucionalidade  que favoreçam a igualdade de direitos no Brasil. O Executivo Federal não implementa na sua totalidade o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT . Centenas de adolescentes e jovens LGBT são expulsos diariamente de suas casas.Milhares de LGBT são demitidos ou perseguidos no trabalho por discriminação sexual.Travestis, Transexuais, Gays e Lésbicas abandonam as escolas por falta de uma política de respeito à diversidade sexual nas escolas brasileiras .

Os orçamentos da união, estados e municípios, nada ou pouco contemplam recursos para ações e políticas públicas LGBT. O Ministério da Saúde, Secretarias Estaduais e Municipais precisam pactuar e colocar em prática a Política Integral da Saúde LGBT.
As Secretarias de Justiça, Segurança Pública, Direitos Humanos e Guardas-Municipais não possuem uma política permanente de respeito ao público vulnerável LGBT, agredindo nossa comunidade, não apurando os crimes de homicídios e latrocínios contra LGBT e nem prendendo seguranças particulares que espancam e expulsam LGBT de festas, shoppings, e comércio em geral.

 A 1ª Marcha Nacional LGBT exige das autoridades Públicas Brasileiras :
Garantia do Estado Laico (Estado em que não há nenhuma religião oficial, as manifestações religiosas são respeitadas, mas não devem interferir nas decisões governamentais)
Combate ao Fundamentalismo Religioso.
Executivo: Cumprimento do Plano Nacional LGBT na  sua  totalidade, especialmente nas ações de Educação, Saúde, Segurança e Direitos Humanos, além de orçamentos e metas definidas para as ações.

Legislativo: Aprovação imediata do PLC 122/2006 (Combate a toda discriminação, incluindo a homofobia).  Judiciário : Decisão Favorável sobre União Estável entre casais homoafetivos, bem como a mudança de nome de pessoas transexuais. Viva a   I Marcha Nacional LGBT contra a Homofobia no Brasil.  1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia.

GGB e Atrás convocam militância e aliados para debater representação da Bahia


Foto: Presidente Lula, dona Mariza e Fernanda Bevenutte da Astrapa-PB.

O Grupo Gay da Bahia e Associação de Travestis (Atrás) convocam  militantes, grupos e aliados para definir a participação do Estado no evento que tem a finalidade de reunir em Brasília, Distrito Federal mais de 1 500 participantes dos vinte e sete Estados da Federação.

Na reunião deverão ser debatidos temas envolvendo a mobilização estadual, transporte para os participantes, alimentação, faixas, cartazes e identificação da delegação baiana na I Marcha Nacional Contra a Homofobia, uma iniciativa coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis (ABGLT), uma espécie de CUT-GAY, só por comparação e entendimento da capilaridade da entidade no território nacional.

A reunião na sede do GGB acontece nessa sexta-feira próxima, as 14Hs a Rua Frei Vicente, 24 no Pelourinho, Centro de Salvador. Já a I Marcha rumo a Brasília tem previsão para 19 de maio próximo. Maiores informações com Keila Simpson, Associação de Travestis pelo fone (71) 3322 2552 ou com Marcelo Cerqueira do GGB pelo celular 9989 4748.

Os ônibus devem sair de Salvador, mas é importante que nos municípios onde existe movimento organizado, tais como Feira de Santana, Ilhéus, Camaçari,  Vitória da Conquista, Itabuna, Alagoinhas, São Sebastião do Passé, Pojuca, Lauro de Freitas, Mata de São João possam identificar sua caravana. O GGB e ABGLT podem enviar carta para sensibilizar os gestores municipais alertando da importância da participação do município no evento nacional de combate a homofobia.(Da Redação do Site).

 

 

 


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