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Mercado
Banco Itaú ignora clientes homossexuais com expressões cônjuge não pode ter o mesmo sexo, serve também para companheiro.
Por Redação MARCELO CERQUEIRA

 

Itaú que não é nenhuma Brastemp ou essa Coca Cola toda, ao contrário é uma outra inferior que essas empresas que já despontam com políticas de apoio aos trabalhadores homossexuais, incluindo o reconhecimento das relações homoafetivas.

 

SALVADOR, 16/12/09 - Deu no Blog Consumo LGBT meio que aborda mercado e consumo LGBT que o banco Itaú ignora clientes homossexuais. O site questiona como explicar, por exemplo, que um grande banco como o Itaú saia com a frase “Cônjuge/companheiro não pode ter o mesmo sexo do participante” para clientes que querem adquirir algum plano de previdência privada pela internet?

Não há custos adicionais para permitir a opção de beneficiários cônjuges ou companheiro do mesmo sexo. Não há impedimentos legais para que tal opção fosse incluída. Por que então permitir uma exibição tão declarada de preconceito? A resposta certamente é homofobia e desconhecimento do mercado de bens e serviços voltados para essa população que cresce a cada dia com o entendimento de muitos homens e mulheres de que ser gay ou lésbica é algo natural e saudável. Isso tem gerado aumento considerável da auto estima dessa população, o em relação ao mercado tem sido um fator econômico considerável, ao que parece não para o  Itaú que não é nenhuma Brastemp ou essa Coca Cola toda, ao contrario é uma outra inferior que essas empresas que já despontam com políticas de apoio aos trabalhadores homossexuais, incluindo o reconhecimento das relações homoafetivas.

O Itaú, como outros bancos, esquece que conforme o Relatório Kynsey cerca de 10% da população, e, portanto de seus clientes, colaboradores, fornecedores e parceiros são homossexuais. Ofende desnecessariamente esses milhares de clientes sem ganhar nada em troca, já que a população brasileira vem demonstrando grande aceitação da orientação homossexual. “Seria bom que os empresários lembrassem que já têm clientes homossexuais e que podem perder caso surja no seu campo de atuação alguma empresa mais atenta com as minorias”, descreve o Blog Consumo LGBT.

Levantamento de mercado

Um levantamento feito em 2006 pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa Social (IBPS) ouvindo dois mil entrevistados em todo o território nacional apontou dados interessantes, vejamos.

82% declararam que a convivência com homossexuais na escola, no trabalho ou na família não traz problemas de relacionamentos.
54% são a favor dos direitos dos homossexuais, sendo que entre os entrevistados com até 24 anos essa porcentagem chega a 94%.
75% convivem com alguém que éq homossexual no seu dia-a-dia.
56% respeitariam e apoiariam a decisão de umq parente próximo de assumir sua homossexualidade. Em relação ao projeto deq união civil entre pessoas do mesmo sexo, 30% são favoráveis, 37% indiferentes e 30% contrários.

A pesquisa ainda mostra uma clara tendência de mudança dos valores sociais: quanto mais jovens os entrevistados, tanto maior sua aceitação a homossexuais e trasngêneros. Em alguns casos, a diferença é gritante, como na resposta sobre a união civil.

Enquanto somente 15% dos entrevistados com mais de 70 anos são a favor, entre 16 e 24 anos são 41% os que se declaram favoráveis à lei de parceria civil. No entanto, muitas empresas esquecem do detalhe quando organizam seus produtos e serviços, deixando que o preconceito prevaleça sem questionamento. “Como explicar, por exemplo, que um grande banco como o Itaú saia com a frase preconceituosa” conclui. (MARCELO CERQUEIRA com informações do site LGBT de mercado e Consumo)

 

 

 

 


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