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Gays lutam contra a homofobia

SYLVIA VERôNICA

O Brasil e outros 21 países celebraram, ontem, o Dia Mundial de Luta contra a Homofobia. Em Salvador, o Grupo Gay da Bahia (GGB) distribuiu panfletos e exibiu cartazes em frente do prédio da Câmara Municipal, onde foi realizada uma audiência pública sobre o tema. Durante o encontro, representantes dos homossexuais falaram a respeito dos problemas que mais os atingem no dia-a-dia.

A homofobia, o ódio e a intolerância à homossexualidade são a causa de centenas de homicídios no Brasil. Entre 1970 e 2004, 2.605 gays, lésbicas e travestis foram assassinados no País. Na Bahia, no mesmo período, houve 290 morte violentas contra homossexuais. Os cálculos são do GGB, por meio de pesquisas em emissoras de rádio, jornais, revistas, internet e televisão.

Esta é a primeira vez que se celebra o Dia Mundial contra a Homofobia. A data foi escolhida pelo historiador francês Luís Tin para lembrar o 17 de maio de 1990, quando a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou que a homossexualidade é um direito humano fundamental.

100 MORTES – “Agora, os homossexuais têm duas datas, porque já temos o 28 de junho, Dia do Orgulho Gay. Todos os anos, acontecem cerca de 100 mortes anunciadas de homossexuais. Somos a minoria mais atacada em todo o mundo. Nos países árabes, por exemplo, somos punidos com a morte”, aponta o antropólogo Luiz Mott, do GGB.

Educação sexual nas escolas, estimulando o respeito às diferenças, ações afirmativas e leis punitivas são soluções apontadas pelo movimento gay para o fim do preconceito. Salvador tem uma lei municipal (nº 5.275/97) que pune a discriminação contra homossexuais com multa de até três mil Ufirs.

“As minorias deviam ser mais solidárias umas com as outras. Os negros deveriam unir-se conosco. Queremos cotas para gays nas universidades. Os travestis deixam de estudar porque são espancados nas escolas. Maltratando e até matando os gays, as pessoas estão afirmando a heterossexualidade”, protesta Mott. Estimativas apontam que cerca de 10% da população mundial tem orientação homossexual. (Jornasl A Tarde 18 de maio de 2005)

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Bel divulga música homofobica

 

 


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