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V EHGON promove debate sobre saúde homossexual
Por Redação

 

Ivo Brito do Minsitério da Saúde, Zé Dantas, Fernanda Benvenuty e representante da CE/DST Aids do RN.

NATAL, RN 7 agosto de 2009 – Começou às 8hs a primeira reunião do V EGHON – Encontro de Grupos Homossexuais do Nordeste sob o tema Ativismo LGBT no Nordeste Protagonismo e perspectiva. A mesa de abertura mediada por José Dantas promoveu um debate sobre Saúde da População da LGBLT, descentralização, controle social e plano de enfrentamento, avanços e desafios.

Os palestrantes da mesa foram Iramil dos Santos representante da Coordenação Estadual de DST e Aids, Léo Mendes, Fernanda Bevenute e Ivo Brito do Departamento Nacional de DST e Aids representando o Ministério da Saúde.  Ivo biro falou da importância dos dados epidemiológicos ele disse em sua fala que a possibilidade de infecção pelo HIV entre homossexuais é de 11 vezes mais em relação a população em geral.

Todos os dados nos mostram a necessidade de compreender nesse momento o que vem passando a população em relação à epidemia. Apesar dos níveis estarem estáveis entre homossexuais aumenta a incidência entre heterossexuais permanecendo alta na faixa de 18 a 24 anos para jovens bissexuais e homossexuais.

Mulheres contra a Aids. Conflitos entre os movimentos de lésbicas e movimentos feministas se debatem . Os interesses feministas deixam invisíveis os interesses das mulheres lésbicas e com isso a epidemia começa avançar entre segmento de mulheres. O plano de mulheres está na página do Ministério da Saúde encontra-se na página web a disposição para que todas possam indicar e opinar as suas demandas.

Enfrentamento a epidemia entre gays e outros HsH e travestis. No ponto de vsita operacional quase todos os Estados já realizaram as oficinas para a implementação do Plano, apenas três Estados não realizaram ainda, Tocantis, Pará , Mato Grosso do Sul. O Programa está oferecendo apoio técnico, o Programa faz a critica nos sentido do monitoramento e realização das metas, em seguida devolve para o Estado para que seja implemnetado. O Plano é parte do Programa Brasil sem Homofobia, uma política de Governo que busca promover a saúde dos homossexuais brasileiros. O Plano tem destaque para a elaboração de campanhas especificas para as Travestis  e acompanhamento de projetos por segmento.

Léo Mendes disse que os índices são altos para estarmos de braços cruzados. Ele disse que essa política deve vir para os municípios que as pessoas vivem. Se não conseguir convencer as autoridades que muitos homossexuais vivem com HIV e Aids, estaremos perdidos. Ele criticou que em muitos municípios os acompanhamentos, por exemplo, a mulheres no pré natal, existe um cumprimento de quase 100% do cumprimento das metas. O líder gay pede aos homossexuais locais que cobrem que os municípios e estados façam o mesmo com os homossexuais.

Léo Mendes disse que é importante uma ação voltada para os jovens, pois muitos deles são da geração pós parada. “Hoje os gays chegam em casa e dizem que são gay, lésbicas, bissexuais ”, ele diz que os jovens não tem lugares mais protegidos para essa finalidade, eles não podem ir a saunas, boates, cinemas e outros locais proibidos para menores de 18 anos. Ressaltou a importância de se organizar os trabalhadores do sexo masculino no Brasil ( Gays, Bissexuais e outros Homens que fazem sexo com Homens )  e realizar um trabalho de envolvimento deles com a cidadania LGBT.

Os jovens estão na internet e é importante entrar lá para falar que transar sem camisinha é um passo para a infecção do HIV.  Pautar agenda afirmativa sem vincular a aids aos homossexuais, mas dizer que a Aids é uma doença que ainda não tem cura e que os homossexuais são as principais vitimas. Desafios para 2010-2020 –  comodato e contratação de lideranças LGBT para trabalhar como agentes de saúde LGBT, ....) , Criar as Coordenadorias, Conselhos e Planos estaduais e municipais LGBT, além das realizações bianuais das conferencias de Políticas Públicas para LGBTs).
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Após o término das falas o coordenador José Dantas abriu para as perguntas dos participantes. Cristiano Oliveira profissional de Saúde de Pernambuco foi o primeiro a perguntar a mesa. Ele questionou onde as transexuais estariam no Plano de Enfrentamento para travestis e gays ou no Plano de Enfrentamento da Feminilização da Aids. Como seria o acolhimento das transexuais dentro da política de saúde da mulher, exames especulares o que vai observar reprodução humana, planejamento familiar, contraceptivos. O segundo participante Ferrerinha Itabaiana, interior da Paraíba do Grupo Gayrreiros perguntou ao representante Ivo Brito do Departamento Nacional de DST Aids que espera ansioso avaliação do projeto de rede dentro do próprio estado e mais difícil ainda no Brasil, o nó encontra-se especialmente para aquelas Ongs do interior, isoladas por falta de comunicação.

 

 

 

 


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