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II Parada Gay de Arembepe 2007
Arrazou, Arembepe se Janis Joplin estivesse viva estaria junto
Evento Gay reuniu todas as tribos para celebrar a diversidade de ser você mesmo
Equipe do Site do GGB


Manu. Madrinha hibrida da II Parada Gay de Arembepe. Vestida de notícias. Uma sonhodora amante da vida simples e natural.



Marcelo Cerqueira (centro) ladeado pelos dancarinos do trio oficial.

Marcelo Cerqueira, Manu e Dr José Carlos


Comendador Luiz Mott fundador do Grupo Gay da Bahia.

SALVADOR, BA, 19/11/07 - Arembepe é gay. Todo mundo é gay. Essas frases vinham da garganta de uma turma de senhoras que trajadas de baianas estilizadas foram às abre-alas da II Parada Gay da Vila de Arembepe nesse último domingo dia 18. Após a festa elas continuaram no front se divertindo em um bar de outra senhora que funciona lateral a quadra esportiva onde foi montado o palco gay.

Sinais dos novos tempos. “Eu vi aquele grupo e fiquei muito contente, porque é preciso brincar com o preconceito para que ele fique mais mole e se desintegre” disse Marcelo Cerqueira. “Ouvir essas frases dessas mulheres simples e animadas é muito bom” completou Cerqueira. Ainda de acordo estes eventos que aconteceram em Lauro de Freitas, Passe, Simões Filho, Mata de São João e Camaçari representam uma sinalização para um novo momento da história do crescimento do respeito à diversidade sexual e humana das pessoas.

A Parada teve inicio com apresentação dos transformistas no palco central às 12hs. Em pleno sol quente os transformistas se maquiaram no camarim escaldante do palco e subiram lindas para exercer o seu oficio do show. Desfilaram performances aos olhares atentos das pessoas Fabiane Galvão, Michele Lorém, Aisla Baterfly entre tantas outras.  

Os dois trios Bessa e Trás a Massa, se posicionaram na entrada da Vila e logo começou a chegar às pessoas. As 15hs deu-se inicio ao cortejo com pronunciamentos dos militantes e do Dr. José Carlos Alves Silveira, secretario de Assistência Social representando o prefeito municipal Luiz Caetano. Terminando o ato cerimonial conduzido pelo comendador Luiz Mott. Foi à vez de passar a faixa para a eleita madrinha Manu, um ser hibrido e conhecido por ser modista e ter atuado com grandes nomes da moda e da música, tais como Secos e Molhados.

Manu recebeu a faixa das mãos da transformista Michele Lorém que logo em seguida executou o hino nacional em capela e deu-se a largada ao cortejo animado pelo DJ Chiquinho. A bandeira de 50 metros abria a passagem para seguir o pequeno trajeto Marcelo Cerqueira, dizia de cima do trio oficial que se a roqueira Janis Joplin estivesse viva estaria aqui nesse momento impar na cidade na qual a felicidade transborda em forma de core vibrantes igual a faixa da madrinha; vermelho e amarelo outro.

O cortejo chegou à praça central de Arembepe lotada de pessoas às 18hs. No palco se apresentava a cantora Michele Monize que encantou a multidão com o seu jeito cativante e voz potente. Na seqüência foi à fez de Paulo Viola que fez voz o violão finalizando assim à noite. O segundo carro foi conduzido pela banda Arte seguida pelos amantes do axé e do pagode. Não faltou atrações para todos os gostos.

A Parada Gay de Arembepe é uma organização do Grupo Gay da Bahia (GGB) e do Movimento Arembepe Arte Viva. Teve apoio da prefeitura de Camaçari e de negociantes locais. Durante o evento não foram registradas ocorrências policiais significativas envolvendo brigas e violência. A Policia Militar (PM) mandou um efetivo de oitenta homens que trabalharam em escolta ao redor dos trios. De acordo com os cálculos da PM cerca de sete mil pessoas participaram do evento.  

O único incidente deve-se a ompanhia de Energia Elétrica (COELBA) que de forma irresponsável deixa fios de alta tensão sem a devida proteção, considerando que estamos na Bahia terra do Trio elétrico e dos eventos de rua.  Dois dançarinos e uma pessoa receberam uma moça desmaio com a carga e um dos dançarinos teve uma escoriação na parte superior da testa. A produção conduziu o moço ao posto de saúde no qual de forma atenciosa e rápida recebeu curativos e levou três pontinhos eum beliscão de brincadeira por parte de uma atendente encantada por receber um paciente forte e e bonitão. No posto de Saúde até as 21hs não tinha registro de maiores ocorrências envolvendo agressões por conta da festa. “aqui tudo tranqüilo, disse uma das médicas de plantão”.

Os organizadores do evento pensam em transferir a Parada Gay de Arembepe para o mês de setembro, uma previa da VII Parada Gay da Bahia que sempre ocorre em Salvador no mês de setembro. Participaram da parada Grupo Gay de Camaçari, Simões Filhos, Passe, Palavra de Mulher Lésbica e Diadorim. ( Da equipe local do site do GGB)

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