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Bahia ocupa segundo lugar em casos de violência contra homossexuais
De janeiro a julho, o Disque 100 recebeu 630 denúncias contra a população LGBT no país

Em junho deste ano Alexandre dos Anjos Conceição (36 anos) homossexual, funcionário da Churrascaria Bentivi de Itamaraju. Foi assassinado e queimado por agressor assassino.

Salvador, BA, domingo 25 de setembro de 2011 –  por Cristiano Santos

A Bahia é o segundo estado que lidera em casos de violência contra  gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e travestis (LGBT). Os dados são da Secretaria de Direitos Humanos (SDH), e foram divulgados pela Agência Estado.De acordo com a pesquisa, São Paulo ocupa o primeiro lugar (18,41%), logo após vem a Bahia (10%), Piauí (8,73%) e Minas Gerais (8,57%).

O levantamento aponta ainda que, em 39,2% dos episódios de violação relatados contra a população LGBT, o agressor foi um desconhecido; em 22,9%, vizinhos; e em 10,1%, os próprios amigos.Os dados são baseados nas denúncias feitas ao Disque 100, o Disque Direitos Humanos.A central de atendimento do governo federal foi criada para registrar abusos contra crianças e adolescentes, mas, desde o início do ano, expandiu o serviço para outros grupos, como a população LGBT.

De janeiro a julho, o Disque 100 recebeu 630 denúncias contra a população LGBT. As vítimas concentram-se na faixa etária de 19 a 24 anos (43%) e tem entre 25 e 30 anos (20%).Os casos mais comuns de violência contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais são os de violência psicológica (44,38%), como ameaça, hostilização e humilhação, e de discriminação (30,55%).

Das vítimas, 83,6% são homossexuais, 10,1%, bissexuais e 4,2%, heterossexuais que sofrem algum tipo de violência ao ser confundidos como gays.

GGB é Centro de Referência para disque 100 da SDH

O Grupo Gay da Bahia (GGB) é referência par destino das ocorrências originárias da Bahia. A entidade recebeu esse ano do órgão cerca de dez ocorrências envolvendo casos de discriminação e homofobia em Salvador.

O órgão governamental envia as denúncias para que sejam apuradas junto as delegacias locais, o GGB por não ter recursos financeiros para pagar honorários advocatícios para as vitimas, encaminhou todas elas para o Ministério Público para que sejam encaminhadas as delegacias para diligência.

A entidade tem chamado atenção dos poderes públicos e da sociedade para o fato de que a Bahia é campeã em homicídios praticados contra LGBT. A Bahia pelo segundo ano consecutivo lidera essa lista macabra: Em 2010 foram registrados 29 homicídios colocando o Estado na dianteira, seguida de Alagoas, com 24 mortes,  Rio de Janeiro e São Paulo com  23 cada. Rio Grande do Norte e Roraima registraram apenas um assassinato cada.

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