O GGB    ::    SEJA MAIS UM FILIADO    ::    FAÇA SUA DOAÇÃO    ::    ggb@ggb.org.br
 

Home
Saúde
Movimento GLBT
Grupos GLT
Editorial
Legislação
Direitos Humanos
Orientações
Caderno Cultural
Educação
Agenda 2004
Notícias
Artigos-Opinião
Acontece
Nossas publicações
Turismo
Sociedade
Destaques
Marcelo Cerqueira
Sites
Projetos
Roteiros e serviços

 

  


GGB protesta contra homofobia na África

Luiz Mott, "Martelo dos Homofobicos" e do GGB protesta contra homofobia dos africanos durante abertura da CIAD, em Salvador.

Salvador, BA - 12/07/2006 - Antes da abertura da 2ª Ciad (Conferência de Intelectuais da África e da Diáspora), cerca de 50 integrantes do GGB (Grupo Gay da Bahia) fizeram uma manifestação contra 24 países africanos que criminalizam o homossexualismo. Com faixas e cartazes, os integrantes do GGB pediram para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva romper as relações diplomáticas com os "países homofóbicos" e compararam as leis que combatem o homossexualismo à escravidão. "Na África, os gays são tratados como escravos", dizia um cartaz.

Na terça-feira (11), o presidente do GGB, Luiz Mott, encaminhou uma carta ao presidente Lula criticando a criminalização da homossexualidade na África.

"Não basta trazer ao Brasil intelectuais africanos e da diáspora negra para discutir "o renascimento africano", quando gays, lésbicas e transgêneros são tratados pior do que escravos, presos, açoitados publicamente e até condenados à morte na África", disse o presidente da mais conhecida organização brasileira de defesa dos homossexuais.

"Não basta transmitir aos africanos nossos conhecimentos na prevenção da Aids ou perdoar-lhes os empréstimos estatais. Urge que a Presidência da República transmita, igualmente, nossa experiência governamental do programa Brasil sem Homofobia, instituído no atual mandato, para que a 'Mama África' seja, de fato, uma mãe gentil para todos seus filhos, inclusive para os homossexuais de ambos os sexos", escreveu o antropólogo Mott, professor aposentado da UFBa (Universidade Federal da Bahia).

O Grupo Gay da Bahia (GGB) relizou na manhã desta quarta-feira, 12, uma manifestação contra a manutenção de relações diplomáticas brasileiras com países africanos que têm políticas de discriminação contra homossexuais. O protesto aconteceu em frente ao Centro de Convenções da Bahia, onde acontece de hoje até a próxima sexta-fera a 2ª Conferência de Intelectuais da África e da Diáspora (CIAD), que reúne presidentes, embaixadores, líderes e artistas africanos e brasileiros. Portanto cartazes onde a homofobia era comparada ao apartheid sul-africano, o grupo também distribuiu panfletos de esclarecimento da posição do GGB sobre a sexualidade.

Para o antropólogo Luiz Mott, um dos fundadores do GGB, a idéia de renascimento do continente africano, defendida pelos participantes da CIAD, deve começar pela aceitação das diferenças entre as pessoas, inclusive as de opção sexual. "Em 23 países africanos, o homossexualismo é considerado crime e em três deles a condenação é a pena de morte", diz. Segundo Mott, a intenção do protesto era pedir ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que rompa relações diplomáticas com os países que criminalizam o homossexualismo. Lula não presenciou a manifestação.(Agência Folha de São Paulo)

 

 


Voltar

  __________________________________________________________________________________________________________
  Grupo Gay da Bahia - GGB
Rua Frei Vicente, 24 - Pelourinho - Caixa Postal 2552
CEP 40.022-260. Salvador / Bahia / Brasil 
Tel.: (71) 321-1848 / 322-2552 / 322-2176
Fax: 322-3782
 
__________________________________________________________________________________________________________

         © 2003, Todos os direitos reservados, Grupo Gay da Bahia