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Em Conferência
Africanos pedem cooperação do Brasil para combate à aids

Salvador, Bahia - Sexta, 14 de Julho de 2006 09h14 - As perspectivas e os desafios para a cooperação de nações africanas e países com população afrodescendente foram tema de debate na quinta-feira, dia 13, segundo dia de atividades da 2ª Conferência de Intelectuais da África e da Diáspora (Ciad).

Durante uma reunião que discutiu políticas de saúde pública e formação de profissionais, representantes de países africanos pediram que o Brasil amplie as ações de cooperação que já são desenvolvidas na área de saúde, principalmente no combate à aids. Em entrevista à Agência Brasil, um dos palestrantes, Pascoal Mocumbi, representante de uma iniciativa global para o desenvolvimento de medicamentos e ex-primeiro ministro Moçambique, destacou o mérito do programa brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids (DST/Aids) em reduzir a incidência da doença no país, em jovens e adultos. "No Brasil conseguem transmitir mensagens a todas as comunidades, mesmo aquelas que não têm grau de instrução, o que o levou a reduzir drasticamente a prevalência de aids em jovens e adultos", avaliou. O sucesso do programa brasileiro não foi unanimidade, no entanto, no grupo temático que também tratou de malária e outras epidemias.

O presidente do Grupo Gay da Bahia, Marcelo Cerqueira, apresentou dados de um levantamento da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo: eles revelam que a aids atinge duas vezes mais negros do que brancos no estado. Segundo Cerqueira, as causas dessa situação são sociais e não biológicas. "A maior parte das campanhas de saúde exclui o negro", disse o palestrante, para quem a vulnerabilidade da população negra às doenças, inclusive à aids, é fruto da dificuldade de acesso aos serviços de saúde.

A representante do Ministério da Saúde, Laura Segall Corrêa, que apresentou o programa de DTS/Aids durante a reunião, admitiu que o Sistema Único de Saúde (SUS) tem problemas, mas que é preciso defendê-lo. "O governo já desenvolve um programa estratégico de ações afirmativas para a população negra", afirmou. Fonte: Agência Brasil

 

 


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