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Esperança na justiça

GGB e CBAA lamentam assassinato do delegado e amigo Clayton Leão
Editoria local Salvador, Ba, 26/05/2010 - Quarta-feira, por MARCELO CERQUEIRA


Clayton Leão delegado da 18 Delegacia de Policia em Camaçari. .

 

O Grupo Gay da Bahia (GGB) o Centro Baiano Anti-Aids (CBAA), na pessoa de seus coordenadores, professores Marcelo Cerqueira, Luiz Mott, Keila Simpson, Cristiano Santos, Adenilton Gomes, Otavio Reis Filho, Oseas Alves Santana e Joelma Cerqueira vêm a público expressar o nosso sentimento de pesar pelo assassinato violento do amigo e delegado Clayton Leão da 18º Delegacia de Policia de Camaçari na manhã de hoje 26 de maio de 2010.

Gostaríamos de nos associar a dor dos seus familiares e amigos por esse momento dramático. Dr. Clayton Leão, ou Popo, como era chamado carinhosamente pelos amigos deixa a saudade para todos aqueles que tiveram a oportunidade de conviver de alguma maneira com ele e para a sociedade a certeza do dever cumprido. Deixa para os colegas de profissão os ensinamentos dos grandes lideres que dedicaram e trocaram as suas vidas pelas vidas dos outros em busca da verdade, da justiça e da paz mundial.

Recém saído da faculdade de Direito ele já tinha o compromisso com a sociedade e a defesa daqueles que precisavam de seu diploma de Advogado para fazer cumprir a Lei e a justiça. Foi por cerca de dois anos advogado do CBAA e do GGB advogando para combater as desigualdades. Sua carreira como delegado além de ser um sonho dele e da família era motivo de orgulho para todos que conviviam com ele por saber de como ele era dedicado, aplicado e justo.

Vibrávamos com o sucesso do nobilíssimo amigo. Dr Cleyton e mais outros advogados que trabalharam conosco e seguiram a carreira de delegado eram nossas perolas, a certeza que havíamos humanizado vários jovens e que seu trabalho na aplicação da Lei, teria esse sentimento de humanização.

 Essa morte aviltante, intempestiva nos remete a Canção do Novo Mundo dos poetas Beto Guedes e Ronaldo Bastos. Quem souber dizer a exata explicação me diz como pode acontecer. Um simples canalha matar um rei em menos de um segundo? Ó, minha estrela amiga, por que você não fez a bala parar!.

Agora resta a saudade, sentimento que nutrimos por aqueles que gostamos, sentimento único que não existe em outras línguas. Resta também, Esperança, ela que mesmo quando tudo parece acabar, ela ta lá escondidinha, bem lá no fundo dos nossos corações.

Esperança essa que se faça cumprir a lei algo que tanto o nosso nobilíssimo amigo lutou e deu sua vida em plena idade produtiva. A lei que não é da vingança, e sim que a justiça seja aplicada e que os responsáveis por esse crime aviltante sejam punidos com todo rigor.

 

 

 


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