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 Clodovil e a empáfia que lhe é peculiar

Beto Heráclito, professor.

Salvador, BA, 12/-5/07 - Clodovil é uma desses entulhos, resquício da ditadura, que ainda sobrevive. Naquela época onde ser chique era ser distinto e ter nariz arrebitado – uma coisa meio parecida com a ética chula da nossa nobreza de quinta categoria costurou roupas e roupas para as primeiras-damas da ditadura militar; fez bico e pose, usou plumas, afinal, dedicou a vida para fazer tudo àquilo de culturalmente execrável, tudo aquilo que não ajuda ninguém a construir um nome e nem o país a ser mais democrático.

Para a sua própria infelicidade, depois que o glamour saiu de cena, ele demonstrou-se um artista medíocre nos seus croquis pra lá de ultrapassados, que nem mesmo as peruas modernas usam mais.

O que fez o homossexual da Corte? Televisão,  of course. Com uma empáfia que lhe é peculiar, olhava sempre os telespectadores de cima, com cara de quem tinha alguma coisa pra dizer (mesmo sabendo que ele não tem nada o que dizer), deu lições de moral, foi contra a união entre pessoas do mesmo sexo, pregou contra o aborto e assumiu um espiritualismo chulo, clamando por uma ética que só ele e algum Deus que possa confia-lo algo de ético entendem.

A última desse impostor de primeira grandeza foi agredir uma deputada, em pleno Congresso Nacional. Como ele não tem méritos para aparecer, dirigiu-se à deputada com algo canalha como assim: “as mulheres bonitas podem ser prostitutas, as feias, como você, têm que se casar e ter filhos”. Não dá para engolir isso calado.

Clodovil é um dos protagonistas dos nossos entulhos autoritários – demonstrando que opção sexual não redime ninguém -, que  precisa desaparecer em nome do futuro do Brasil. Uma coisa execrável e nojenta. Ele também é um retrato às avessas desse Congresso Nacional machista que alista seus homossexuais de corte para comporem um retrato pra lá de face. Aliás, talvez ele não incomodasse tanto, se continuasse a rabiscar aqueles desenhos de quinta categoria, numa lojinha para as antigas e falidas damas da sua época. Vá de retro.

        

                                                          





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