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Ffique por dentro de alguns dilemas sexuais, seja mais feliz e tenha uma vida sexual plena

Independente de orientação sexual para que o homem tenha uma vida sexual saudável é preciso conhecer o seu corpo e igualmente alguns fatores que podem interferir diretamente no seu desempenho sexual. Abaixo divulgamos alguns tópicos interessantes para você não permitir e nem se deparar com depressão, hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Veja os impactos que esses problemas têm sobre o bem-estar sexual masculino. Por Marcelo Cerqueira, editoria Web

COMO A DEPRESSÃO PODE INFLUENCIAR O BEM-ESTAR SEXUAL DO HOMEM

A depressão pode tirar ao indivíduo a sua capacidade para desfrutar os muitos prazeres da vida, afetando não só a mente, mas também o corpo, por vezes de modo inesperado.
Consequentemente, muitos homens aos quais foi diagnosticada depressão acabam por sofrer de um outro problema: disfunção erétil.
A disfunção eréctil é a incapacidade para atingir e/ou manter uma ereção adequada para uma atividade sexual satisfatória. Devido à conotação negativa normalmente atribuída ao termo "impotência", esta definição foi substituída pela definição mais apropriada de "disfunção eréctil". A disfunção eréctil pode ter um impacto significativo sobre o homem, minando a sua auto-confiança e pondo em causa a sua virilidade; pode ser causa de afastamento emotivo de familiares, amigos - e até mesmo da própria mulher ou companheira - criando tensões inúteis na relação e comprometendo drasticamente a sua qualidade de vida.

Anteriormente, a disfunção eréctil era atribuída a causas psicológicas, mas sabe-se hoje que a maior parte dos casos tem origem orgânica. Vencer a depressão pode ser um processo lento e difícil, mas este percurso não deve ser ainda mais árduo devido à disfunção eréctil.
Por isso, é importante, para os doentes e as suas companheiras, conhecerem a disfunção eréctil, a fim de poderem estar preparados para a enfrentar se e quando esta se manifestar.

COMO A HIPERTENSÃO PODE INFLUENCIAR O BEM-ESTAR SEXUAL DO HOMEM

A hipertensão é frequentemente descrita como uma patologia silenciosa: é possível, mesmo sem ter qualquer sintoma, registar valores de tensão alta que, com o tempo, podem provocar graves problemas de saúde. Em qualquer caso, uma das complicações possíveis da hipertensão e das suas terapêuticas - situação comum a muitos homens - é a disfunção eréctil. A disfunção eréctil é a incapacidade para atingir e/ou manter uma erecção adequada para uma actividade sexual satisfatória. Devido à conotação negativa normalmente atribuída ao termo "impotência", esta definição foi substituída pela definição mais apropriada de "disfunção eréctil".
A disfunção eréctil pode ter um impacto significativo no homem, minando a sua auto-confiança e pondo em causa a sua virilidade; pode ser causa de afastamento emotivo de familiares, amigos - e até mesmo da própria mulher ou companheira - criando tensões inúteis na relação e comprometendo drasticamente a sua qualidade de vida.
Anteriormente, a disfunção eréctil era atribuída a causas psicológicas, mas sabe-se hoje que a maior parte dos casos tem origem orgânica. Estima-se que 14% dos doentes em tratamento anti-hipertensivo apresentam por vezes disfunção eréctil total.
Este problema pode dever-se à própria hipertensão, ou ser um efeito secundário de alguns fármacos utilizados no seu tratamento.
Por isso, é importante que os doentes e as suas companheiras conheçam a disfunção eréctil, a fim de poderem estar preparados para enfrentá-la se e quando esta se manifestar.

COMO AS DOENÇAS CARDIOVASCULARES PODEM INFLUENCIAR O BEM-ESTAR SEXUAL DO HOMEM

A arterosclerose, ou endurecimento das artérias, é caracterizada pela formação de depósitos de gordura ou minerais nas artérias. Esta perda de elasticidade verifica-se, na maioria das pessoas, com o envelhecimento.
Porém, em certos casos, as paredes das artérias ficam gravemente obstruídas e rígidas em idades muito mais precoces. Esta situação pode ter conseqüências temíveis para a vida, como a angina, o enfarte e o acidente vascular cerebral.
Os homens aos quais foi diagnosticada uma doença cardiovascular ou que experimentaram as complicações desta doença podem desconhecer que se encontram em risco de uma outra condição que está associada aos danos dos vasos sanguíneos: a disfunção eréctil.
A disfunção eréctil é a incapacidade para atingir e/ou manter uma erecção adequada para uma actividade sexual satisfatória. Devido à conotação negativa normalmente atribuída ao termo "impotência", esta definição foi substituída pela definição mais apropriada de "disfunção eréctil".

A disfunção eréctil pode ter um impacto significativo no homem, minando a sua auto-confiança e pondo em causa a sua virilidade; pode ser causa de afastamento emotivo de familiares, amigos - e até mesmo da própria mulher ou companheira - criando tensões inúteis na relação e comprometendo drasticamente a sua qualidade de vida.
Anteriormente, a disfunção eréctil era atribuída a causas psicológicas, mas sabe-se hoje que a maior parte dos casos tem origem orgânica. Estima-se que 10-20% dos homens afectados por uma patologia cardiovascular apresentam qualquer forma de disfunção eréctil. Esta percentagem aumenta com a idade.

Com efeito, a arterosclerose é responsável por uma grande percentagem de casos de disfunção eréctil nos homens com idade superior a 50 anos. Por isso, é importante, para os doentes e as suas companheiras, conhecerem a disfunção eréctil, a fim de poderem estar preparados para enfrentá-la se e quando esta se manifestar. (Finte material de comunicação produzido pelo Laboratório P F I Z E R) - Salvador, Bahia, 23/07/2006.

 

 


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