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GGB denuncia: Vitor Fasano quer ficar rico à custa do preconceito anti-homossexual

Em 1995, Vitor Fasano processou a revista Veja por causa da matéria “Eu não sou gay”. Em 1996, abriu processo contra a revista IstoÉ, por levantar a mesma suspeita. Em 2000, a Veja foi obrigada a pagar R$ 150 mil ao ator “por danos morais”. Neste mesmo ano, o Grupo Gay da Bahia (GGB) outorgou a Vitor Fasano o Troféu “100% Heterossexual”, ridicularizando sua cruzada na justiça para confirmar que era “espada”. Em 2003, o Supremo Tribunal Federal condenou a IstoÉ a pagar R$ 800 mil a Fasano, valor rebaixado para R$ 259 mil, por ter divulgado um suposto envolvimento de Fasano com o jogador de futebol Ronaldão, da Ponte Preta de Campinas. (Ronaldão recebeu, em 1996, R$ 81 mil da revista Manchete, pelo mesmo “crime”).

O GGB questiona: por que Vitor Fasano também não processou o programa Casseta & Planeta e a Rede Globo, quando, em 1993, colocou sua masculinidade sob suspeita ao incluí-lo numa comprometedora “gaiola das loucas”, tomando banho ao lado de homossexuais assumidos: Vera Verão, Clodovil, Clóvis Bornay e Agnaldo Timóteo? “Cai um sabonete no chão. Quem é o primeiro a se abaixar pra pegar?” (Cf. site cassetaeplaneta.globo.com)
Por que Fasano não processa os diversos blogs da internet que também suspeitam de sua homossexualidade? Para tanto, basta digitar em algum site de pesquisa as palavras VITOR FASANO GAY, ou VITOR FASANO HOMOSSEXUAL, ou até o chulo VITOR FASANO VIADO, e tomará conhecimento do que o povo pensa a seu respeito.

Absolvição Recentemente, o programa Casseta & Planeta foi absolvido da mesma acusação pelo Procurador Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) da Procuradoria da República no Rio Grande do Sul, Paulo Gilberto Cogo Leivas. O procurador considerou que as sátiras ao povo gaúcho, associando-o a personagens gays, não configuram prática discriminatória ou crime de racismo, já que "não se constitui a associação à homossexualidade em ofensa ou insulto que possa significar inferiorização ou manifestação pejorativa ou depreciativa à honra.” Pelo contrário, ensina Paulo Leivas: “admitir-se a associação à homossexualidade enquanto desabonadora, desonrosa, depreciativa, verdadeira ofensa, é perpetuar prática discriminatória baseada na orientação sexual, o que é vedado pela Constituição Federal e inadmissível no que se refere à defesa dos direitos fundamentais“.

Assim sendo, o GGB decidiu enviar uma representação ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e ao Supremo Tribunal Federal, para que arquivem o processo em que o ator se coloca na posição de vítima. Solicita também, ao STF, que envie uma severa advertência a Vitor Fasano, alertando-o que, se reincidir em tais manifestações de homofobia, será réu de crime de discriminação, como prevê a Constituição Federal. Não foi o mesmo Fasano que, já uma vez, declarou à Veja: “Não existe união homossexual feliz?”.

 


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