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Barbara Gancia

Editoria local - 23 de Março de 2009


 

 

O filme “Milk”, de Gus Van Sant, que deu o Oscar de melhor ator ao intragável Sean Penn e de Melhor Roteiro a Dustin Lance Black, é um porre de chato.

Mas é o tipo de filme que, por ser um relato documental, serve para tirar os ignorantes das trevas (ou as trevas dos ignorantes).

A morte de Clodovil deixou clara a relevância de “Milk”.

O filme deveria ser visto por todos os meus colegas que, nos últimos dias, resolveram aplaudir a falta de consciência social de Clodovil.

Aqui mesmo, neste mocó, teve gente que achou bacana descer a lenha em Luiz Mott, líder do Movimento Homossexual do Brasil, e elogiar Clodovil por frases lamentáveis como esta:

“Nunca fiz apologia do homossexualismo e nunca farei, porque acho um horror levantar bandeira de qualquer coisa”.

Todos os dias, cidadãos são perseguidos, mortos, injustiçados e humilhados neste país apenas por terem nascido homossexuais.Defendê-los contra o preconceito e a violência não é proselitismo. É promover a cidadania.

Clodovil podia ser muito inteligente, mas era um alienado sobre a causa gay e tudo o que ela significa.“Milk” explica direitinho o que vem a ser (e como nasceu) o “orgulho gay”, que Clodovil insistia em confundir com “apologia ao homossexualismo”.

Como deputado e como gay em evidência, ele tinha a obrigação de saber ao menos o bê-à-bá.Já critiquei a Parada Gay de São Paulo por motivos bem específicos (quem for assinante do UOL que procure os meus textos na Folha de S. Paulo) e já troquei várias mensagens com Mott sobre o assunto.

Mas nunca passou pela minha cabeça questionar a importância do trabalho que ele realiza. Luiz Mott é um brasileiro digno e corajoso por quem tenho a máxima admiração.E antes de falar dele, os trogloditas deveriam ao menos tentar se informar melhor.O resto é preconceito e atraso. Confira essa e outras matérias no site da jornalista http://www.barbaragancia.com.br/

 

 

 

 


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