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O QUE É
O GGB O Grupo Gay da Bahia é a mais antiga associação de defesa dos direitos humanos dos homossexuais no Brasil. Fundado em 1980 , registrou-se como sociedade civil sem fins lucrativos em 1983, sendo declarado de utilidade pública municipal em 1987. É membro da ILGA, LLEGO, e da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis ( ABGLT). Em 1988 foi nomeado membro da Comissão Nacional de Aids do Ministério da Saúde do Brasil e desde 1995 faz parte do comitê da Comissão Internacional de Direitos Humanos de Gays e Lésbicas ( IGLHRC) . Ocupa desde 1995 a Secretaria de Direitos Humanos da ABGLT, e desde 1998 a Secretaria de Saúde da mesma. O GGB é uma entidade guarda-chuva que oferece espaço para outras entidades da sociedade civil que trabalham em áreas similares especialmente no combate a homofobia e prevenção do HIV e aids entre a comunidade e a população geral. O Centro Baiano Anti-Aids (CBAA), Grupo Gay Negro da Bahia Quimbanda Dudu, Associação de Travestis de Salvador (ATRAS), entidades que estão relacionadas a entidade com base em seu estatuto social, independentes mas ligadas na luta da prevenção e combate ao preconceito.
Nossos Objetivos
Organização do GGB O GGB é dirigido por um colegiado composto de 6 coordenadores facilitadores. Presidente, Vice-Presidente, Secretário, Tesoureiro, Arquivista e Coordenadores e mais 6 Conselheiros. Todos estes cargos tem duração de 4 anos, sendo eleitos pela Assembléia Geral dos Sócios. Qualquer homossexual, que freqüente o GGB pode candidatar-se ao colegiado. Cabe ao Presidente e ao Vice-Presidente falarem oficialmente em nome da entidade, responsabilizando-se os Coordenadores e Conselheiros em zelar pelo bom nome da entidade, manutenção do patrimônio e funcionamento harmonioso do grupo. Funcionamento O GGB realiza duas reuniões semanais, todas as Quartas e Sextas-feiras, das 20 às 22 horas, encontros que se destinam à discussão de assuntos de interesse da comunidade homossexual. Tais reuniões são coordenadas pelos membros do Colegiado, garantindo-se a todos os presentes, ordenada e informalmente, o direito de manifestar suas opiniões. Tais encontros contam com a presença de 30 a 50 pessoas, em sua maioria jovens gays, igualmente lésbicas, bissexuais e simpatizantes de ambos os sexos. São discutidos temas de interesse à militância, aos direitos humanos e a prevenção do HIV e Aids e demais doenças sexualmente transmissíveis. Em sua sede o GGB abriga o maior arquivo homossexual da América do Sul, incluindo milhares de cartas (desde 1980) recortes de jornais, revistas, vídeos, cartazes, livros, teses, fotos e postais material que está aberto à pesquisa científica. Diversas vezes por ano são realizadas exposições artísticas na sede do GGB que é conhecida também como Centro Cultural Triângulo Rosa - nome em lembrança aos homossexuais mortos no nazismo. Instituição Guarda Chuva O GGB oferece espaço e compartilha a sua sede na Rua Frei Vicente, 24 Pelourinho, com o Centro Baiano Anti-Aids, Grupo Lésbico da Bahia, Associação de Travestis e Transexuais de Salvador, Associação de Mulheres Profissionais do Sexo da Bahia, Quimbanda Dudu Grupo Gay Negro da Bahia, e Grupo Vida Feliz de Pessoas Vivendo com HIV e Aids. Nossos parceiros nessa luta são: Ministério da Saúde, Secretaria Municipal e Estadual de Saúde, Prefeitura da Cidade de Salvador, Universidade Federal da Bahia, Kimeta Society, Fundação Norueguesa e Européia de Direitos Humanos, Threshold Foundation, IGLHRC. Principais Atividades do GGB Desde sua fundação, em 1980, o GGB acumula em seu curriculum significativas vitórias em prol dos direitos de cidadania dos homossexuais. Publicou pela Editora Mercado Aberto (RS) o livro Lesbianismo no Brasil ( 1987) e diversos artigos sobre a história dos "sodomitas" luso-brasileiros perseguidos pela Inquisição, assim como sobre múltiplos aspectos culturais da epidemia da Aids em nosso país. Em 1987 publicou o livro Homofobia: A violação dos direitos humanos dos gays, lésbicas e travestis no Brasil. Realizou centenas de conferências, debates e mesas redondas sobre a homossexualidade e a questão da Aids em colégios, universidades, programas de TVs e rádios de norte a sul do país. Liderou a campanha nacional que retirou a homossexualidade da lista dos desvios sexuais, sendo autor de sete moções anti-discriminação aprovadas pelas mais importantes associações científicas nacionais. Foi a primeira ONG a iniciar a prevenção da Aids no Brasil ( 1982) sendo autor da primeira cartilha em método braille sobre Aids para deficientes visuais. Desde a sua fundação o GGB já distribuiu mais de 1 milhão de preservativos na Bahia. Colabore com o GGB Precisamos de sua ajuda para mantermos acesa a chama contra o preconceito e a discriminação. Envie notícias de jornais sobre violações dos nossos direitos e assassinatos no Brasil, se você não puder aparecer peça sigilo. Doações Necessitamos de sua ajuda. Uma contribuição de seu tempo ou dinheiro ajudará muito para que o GGB continue a desenvolver projetos de prevenção à Aids e defesa dos direitos humanos de gays, lésbicas e transgêneros no Brasil. Você também pode ajudar enviando recortes de jornais, revistas ou relatos sobre assassinatos e violação dos nossos direitos em seu Estado. Participe dessa luta, que é de todos nós, por uma sociedade mais justa e fraterna, onde a orientação sexual não seja elemento de desagregação, e sim de união na diversidade. Colabore Conosco, faça aqui sua doação !
Luiz Mott
Marcelo Cerqueira
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