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Homofobia
Confirmado assassinato de travesti em Tancredo Neves. Supostos assassinos seriam os mesmos que executaram Pai Santinho.
Por Redação Salvador, BA, 3/05/2010 - por MARCELO CERQUEIRA -DRT BA 2135

foto:MC

Pai Santinho, assassinado em dezembro de 2009 em Tancredo Neves, dentro de sua casa.

O Grupo Gay da Bahia (GGB) entrou em contato hoje com a 11º Delegacia de Policia responsável pelo bairro de Tancredo Neves e constatou que de fato tem procedência a notícia divulgada pelo site do GGB no dia 2 passado relatando a denúncia da morte de um homossexual travesti naquela comunidade. A informação foi transmitida pelo Serviço de Investigação daquela Delegacia de Polícia que tem feito todos os esforços para prender os responsáveis pelo crime praticado contra o homossexual e pela ação do trafíco de entorpecentes naquela comunidade. Ainda de acordo com a Delegação, eles já foram identificados, mas evadiram-se.

O homossexual Adailton Cerqueira, 25 anos, morador na comunidade da Babilônia, Tancredo Neves, foi alvejado por tiros de revolver vindo a morrer na Rua Iranildes. O crime aconteceu no dia 26 de maio por volta das 20h30. De acordo com informações da 11º Delegacia os criminosos que executaram o homossexual a sangue frio são Sassa, Cebola, Ronaldo e Geu todos supostamente envolvidos nos comandos locais e nas disputas por controle da área. Seriam eles também os principais suspeitos do assassinato do outro travesti Pai Santinho, executado dentro de sua casa em dezembro de 2009.

Seguido a execução e a proibição de que vizinhos fossem velar o corpo da travesti pai de santo, sua casa civil e terreiro foram destruídos a golpes de marreta e comemorado com explosão de foguetes pelos bandidos. A morte de Santinho se deu porque ele teria ido reclamar aos bandidos algumas situações, com a prisão de um dos lideres do grupo eles acreditaram que Santinho, teria dedurado a polícia, por isso foram revidar e executaram a sangue frio o pai de santo.

Policiais encontraram, nesta segunda-feira, 3, em uma casa abandonada no bairro drogas, armamento e munições, granadas que dariam para explodir um prédio inteiro. Na abordagem houve muita troca de tiros, mas os bandidos acabaram evadindo-se. Eles conseguiram derrubar uma ponte que divide um grande córrego que atravessa a comunidade dificultando a ação das policias.

Como medida o Grupo Gay da Bahia (GGB) estará enviando ao Ministério Público Ação Civil cobrando providencias, mera formalidade por parte da instituição que já procedeu a diversas ações ao Órgão, sem respostas concretas. A violência contra homossexuais tem sido tão alarmante que a entidade orienta a comunidade que se puder, não morra.

 

 


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