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GGB cobra de governo ações de combate a homofobia na Bahie e no Brasil
Editoria local Salvador


Luiz Mott do Grupo Gay da Bahia fala ao Minsitro da Justiça Paulo Vannuchi em evento na capital baiana.

 

 

SALVADOR, BA, 5/11/09 - A Bahia ainda está consternada com o assassinato do jornalista Jorge Pedra, morto a facadas  num motel no centro de Salvador neste fim de semana. O assassino continua foragido. So neste ano de 2009, já somam 19 os assassinatos de gays e travestis na Bahia.  No ano passado, 24 “homocídios”. A Bahia campeã nacional de crimes contra homossexuais. O Brasil – com 190 assassinatos, campeão mundial de crimes homofóbicos.
O GGB aproveitou na noite de ontem  a visita do Ministro Paulo Vannuchi a Salvador, e na Biblioteca Central onde preside cerimônia em homenagem ao guerrilheiro baiano Carlos  Marighela,  cobra e exige ações imediatas  do Ministério  de Direitos Humanos tirando do papel as ações afirmativas do Programa Brasil sem Homofobia, bombasticamente assinado pelo Presidente Lula em 2004 mas praticamente ainda inativo ate o presente. O GGB

Fundador Luiz Mott e presidente Marcelo Cerqueira, abordaram o ministro e pediram a ele mais atenção com o homossexuais Brasileiros e que atenda agenda da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis (ABGLT), entidade nacional que coordena ações de promoção a cultura, direitos e cidadania homossexual em todo o Brasil, presente nos 27 estados da Federação. “Chega de blábláblá! As 555 ações previstas no Programa Brasil sem Homofobia, as promessas de Lula na abertura da Conferencia Nacional GLBT (Brasilia, junho 2008) e as 50 ações do Plano Nacional são letras mortas.

Ótimas intenções, mas a matança de homossexuais continua. A cada dois dias um gays ou travesti são barbaramente assassinados, vítimas da homofobia.!” E Luiz Mott, fundador do GGB, completa: “como disse Marta Suplicy, do mesmo partido de Vannuchi, “a situação piorou para os homossexuais no Brasil. Os crimes aumentaram e a situação no Congresso não prosperou e temos um cenário cada vez mais difícil”.


Aproveitando a presença do Secretário de Segurança Publica e Direitos Humanos da Bahia, Nelson Pelegrino, o presidente do GGB, Marcelo Cerqueira, solicitou agenda com o Secretário estadual para empenhar-se no fortalecimento do combate a homofobia na Bahia. O Secretário Pelegrino solicitou que o GGB apresente essas ações ainda esse mês a serem instituídas o mais revê possível. O GGB está pensando numa campanha de promoção dos direitos dos homossexuais que também estabelece um dialogo com a sociedade no geral e especificamente os homossexuais para combater dois tipos de homofobia.

A homofobia interna e externa conduzem homossexuais a terem uma sexualidade clandestina. A vereadora Olívia Santana do PC do B presente no evento relatou aos representantes do GGB que destinou o seu tempo no parlamento municipal para cobrar ações de respeito aos homossexuais e condenou a homofobia. “ É preciso fazer algo urgente contra essa homofobia brutal que condena os homossexuais a viverem e terem uma sexualidade clandestina”, disse Olívia Santana. O Deputado Federal do (PT-BA) jornalista Emiliano José informou ao GGB que vai levar essa denúncia ao Congresso Nacional em Brasília.

 


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