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MOVIMENTO GLBT

Nova diretoria da ABGLT assume em Manaus

Militantes gays, lésbicas e travestis brasileiros reunidos na cidade de Manaus elegeram na primeira quinzena de novembro a nova diretoria da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis (ABGLT) para o biênio de 2004-2006. Um processo interno de muita disputa e negociação entre os diversos segmentos de orientação sexual e política acabou por reeleger o Alagoano Marcelo Nascimento, (Grupo Gay de Alagoas) presidente da Associação que assume no novo panorama com o compromisso de tornar a entidade mais atuante e representativa dos homossexuais brasileiros.

O critério utilizado para o monitoramento do processo de composição da nova diretoria executiva da entidade foi com base na representatividade de gays, lésbicas e travestis e a sua participação proporcional em toda a estrutura para que cada seguimento tivesse representação política e responsabilidade na condução da organização durante o mandato. O consenso foi para apresentação de uma única chapa política, exceto, para os cargos de secretário geral e secretario de finanças, respectivamente, Adamor Gurdes e Liorcinio Mendes foram eleitos para a composição da chapa única.

Ao completar 10 anos de fundação a ABGLT, considerada a maior organização do gênero na América Latina esta presente nos vinte e sete estados da federação, com a filiação do Grupo Ipê Amarelo da cidade de Palmas no Estado do Tocantins. “Foi um processo muito difícil, mas ao final de tudo percebemos que isso fortaleceu ainda mais a entidade”, declarou Marcelo Nascimento. Durante todo o dia de hoje 11/11 a nova diretoria estará reunida nas dependências do Hotel Brasil para a elaboração do planejamento estratégico da entidade. Já de 12 a 14 se acontece o XI Encontro Nacional de Gays, Lésbicas e Travestis na dependências do Hotel Taj Mahal no centro de Manaus.

Centro Baiano Anti-Aids promove seminário Candomblé, Saúde e Axé

Aconteceu sexta-feira dia 12 de dezembro, na Casa de Angola da Bahia, a abertura do Seminário Nacional Candomblé Saúde de Axe. Iniciativa do Centro Baiano Anti-Aids, o evento que durou todo final de semana, faz parte de um projeto maior que promove a saúde na comunidade negra baiana através das redes sociais dos terreiros de candomblés da cidade de Salvador. O tema central do seminário foi a discussão ampla sobre a saúde da população negra frente a doenças endêmicas e epidêmicas, como aids e anemia falciforme. Mas outros temas também foram abordados, como as terapias naturais nos terreiros de Umbanda de São Paulo, e a Reconstrução da Pessoa com Tecnologia Terapêutica em Cultos Afro-brasileiros.

A mesa de abertura foi composta por Dr. Juca Ferreira, representando o Ministério da Cultura, Dra Sueli Andrade, do Ministério da Saúde em Brasília, Marcelo Cerqueira, coordenador do Centro Baiano Anti-Aids e o Prof. Luiz Mott, além de representantes dos terreiros locais que fazem parte do Projeto Candomblé, Saúde e Axé em Salvador.

Tolerância zero contra inimigos dos homossexuais

Grupo Gay da Bahia exige ação enérgica da Presidência da República contra autores de projetos de lei que proíbem beijo de homossexuais, incentivam a transformação dos gays em heterossexuais e impedem a presença de homossexuais nos municípios.

Recentemente, a principal revista de turismo gay dos Estados Unidos, Out & About, incluiu o Brasil entres os doze países menos simpáticos aos gays no mundo. São citados como “dirty countries” (“países sujos”), Equador, República Dominicana, Jamaica, Egito, Marrocos, Arábia Saudita, dentre outros. Algumas lideranças gays tupiniquins protestaram, sobretudo ligadas à exploração do “pink money”, o mercado cor-de-rosa, alegando que já temos quase uma centena de leis municipais e estaduais que proíbem a homofobia, que São Paulo disputa com San Francisco e Madri a realização da maior parada gay do mundo, que nossas travestis batem bolsa livremente pelas ruas de norte a sul do país.

Quatro episódios recentes de intolerância anti-homossexual confirmam que, se o Governo da Mudança não punir exemplarmente os culpados por manifestações homofóbicas, a segurança individual de gays, lésbicas e transexuais está gravemente ameaçada, confirmando que, de fato, o Brasil é dos paises mais homofóbicos do mundo. Não se deve esquecer que, a cada dois dias, um homossexual é brutalmente assassinado no país. Somente em 2002, foram 126 vítimas da homofobia.

Em novembro, foram quatro os atentados contra os direitos humanos homossexuais. O deputado Elimar Damasceno (Prona/SP) apresentou projeto de lei tornando contravenção penal o beijo lascivo homossexual em público. Outro deputado do mesmo partido, Edino Fonseca (Prona/RJ), pastor da Assembléia de Deus, apresentou projeto com vistas ao tratamento de homossexuais para se tornarem heterossexuais. O Cardeal do Rio de Janeiro, D. Eusébio Scheid, conseguiu liminar da justiça contra a exibição do vídeo “Perdão”, assinado pelo Grupo Gay da Bahia, onde a proibição do uso do preservativo pela Igreja é associada ao holocausto nazista o movimento homossexual planeja um ato nacional de desobediência civil, exibindo o filme em todo território nacional.

O ultimo episódio é tão absurdo quanto desumano: o prefeito de Bocaiúva do Sul, Elcio Berti, do PFL do Paraná, baixou decreto determinando a proibição da presença de homossexuais na cidade, proibindo a concessão de moradias a casais gays.

Urge que, perante manifestações tão acintosas de desrespeito à Constituição Federal, que o Governo da Mudança, através do Ministro da Justiça e da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, posicione-se energicamente contra a intolerância homofóbica, garantindo aos homossexuais a igualdade de direitos dos demais cidadãos.

E que os autores de tais propostas nazi-fascistas, sejam publicamente advertidos, pois os 17 milhões de gays, lésbicas e transgêneros brasileiros correm sério risco de ser exterminados, pois, como disse o Cardeal do Rio de Janeiro, “gays são gente pela metade, se é que são gente!”

Brasileira funda associação na Suíça

Mais uma associação para os brasileiros surge na Suíça. Trata-se da Associação dos Amigos Brasileiros na Suíça (AABS), coordenada pela empresária baiana Roberta Veras. Formada por nove pessoas, incluindo, jornalistas, advogados e arquitetos, a entidade nasceu em julho passado, com a finalidade de integrar as duas culturas, Brasil e Suíça, promover a cultura brasileira e arrecadar dinheiro para atender crianças e jovens em situação de pobreza no Brasil. “É um ponto de encontro onde todos podem participar: brasileiros, suíços e simpatizantes”. Dentre os projetos da Associação, está o de ensinar alemão para os brasileiros e português para os suíços. Além disso, as pessoas podem saborear comidas e bebidas típicas do Brasil. A Associação funciona das 9 às 23hs, na cidade de Zurich. Se você for à Suíça, procure. Roberta Veras.

 


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