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O sucesso da Parada Gay: Confira as principais notícias sobre a Parada deste ano

05/09/2005
Parada Gay leva milhares de pessoas às ruas do centro

Oito trios elétricos animaram 180 mil ao som de muito techno e reggae

Marjorie Moura

Um céu azul e muito sol saudaram a IV Parada Gay da Bahia, na tarde de ontem. Organizado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), o evento, este ano, contou com oito trios elétricos e, segundo avaliação da Polícia Militar, reuniu cerca de 180 mil pessoas no trajeto, que foi iniciado no Campo Grande e seguiu em direção à Praça Castro Alves, retornando ao ponto de origem.

O desfile teve como rainha a cantora Carla Cristina e como embaixador o jornalista Jean Willys, muito cumprimentado ao longo do desfile pelo público, que dançava e aplaudia drag queens e travestis, numa festa que assumiu um clima de carnaval baiano.

Momentos de tensão foram registrados no Campo Grande, com muito empurra-empurra ao lado do trio principal, quando alguns ladrões puderam agir na ausência da polícia. Ao contrário do que foi informado pelo comando da PM, a quantidade de policiais era insuficiente e não havia contingentes da Polícia Montada, nem do Esquadrão Águia. Também não foram instalados sanitários químicos, nem postos especiais de saúde.

Antes do início do desfile, autoridades e integrantes do GGB destacaram a importância da festa para a luta pelo respeito aos direitos humanos e às diferenças de opção sexual. Discursos e faixas incluíram críticas ao Bradesco, que foi processado por um ex-funcionário gay, por não ter pago seus direitos rescisórios.

A situação esteve mais tranqüila, após o Forte de São Pedro, onde, ao lado de casais formados por pessoas do mesmo sexo que se beijavam em plena avenida, transitavam famílias inteiras.

Chamaram a atenção os casais Joniel Reis e Henrique Santos, de Camaçari – que há dois anos participaram de uma cerimônia de casamento inédita, promovida pelo GGB – e Nadson Mainone e Magno Vítor, que se casaram há dois meses sobre um trio, durante a Micareta de Feira de Santana.

Vestidos de fraque, eles foram muito cumprimentados e destacaram sua presença como uma forma de protesto contra a lentidão do Congresso Nacional para aprovar a lei da ex-deputada federal Marta Suplicy que regulamenta a união entre pessoas do mesmo sexo.

Fonte: Atarde

04/09/2005

Parada gay reúne cerca de 180 mil pessoas

Comemorando os 25 anos da criação do Grupo Gay da Bahia (GGB), aconteceu neste domingo a 4ª Parada do Orgulho Gay, na área que corresponde ao Circuito Osmar do Carnaval de Salvador. Mais como um mini-carnaval que como uma manifestação política, a parada atraiu, segundo o capitão do 18º Batalhão da Polícia Militar, Ubirajara Reis, um público aproximado de 180 mil pessoas protegido por um contingente de mais de 300 policiais trazidos de três batalhões. Porém, a organização do evento esperava mais de 200 mil participantes.

Segundo o presidente do GGB, Marcelo Cerqueira, o objetivo é tornar a parada Gay de Salvador a terceira maior do Brasil, ultrapassando o número de 50 mil pessoas da parada do ano passado. Por enquanto, o terceiro posto é ocupado pela cidade de Fortaleza, que na parada deste ano recebeu 200 mil pessoas, perdendo apenas para São Paulo, com 2,5 milhões de pessoas, e Rio de Janeiro, com 800 mil. Mesmo com a dificuldade, Marcelo não trabalha com a hipótese de Salvador perder para a capital cearense.

“Salvador tem muito mais população e gays do que Fortaleza, sem contar que tem uma tradição infinitamente maior de reunião popular, a exemplo do Carnaval”.

A concentração da parada aconteceu em um palco armado em frente à praça do Campo Grande, onde palavras de ordem dos convidados e organizadores do evento se misturavam a performances de transformistas. Às 16h partiu o primeiro dos oito trios elétricos convocados para animar o público da festa. Vários símbolos estiveram presentes para reforçar o lado militante do movimento gay, a exemplo do jornalista e professor Jean Willis, que recebeu a faixa de Embaixador da Alegria do evento.

Jean, que havia feito cobertura jornalística e participado como platéia das outras três últimas paradas, mostrou-se emocionado com a homenagem e o assédio do público, agradecendo à sociedade pelo reconhecimento de sua figura como um gay sério, separado da imagem clássica do homossexual marginal.

Para o fundador do GGB, o antropólogo da Ufba Luiz Mott, Jean Willis caiu de bandeja para o movimento gay brasileiro. “Ele não era um gay militante, apesar de esclarecido. Mas a sua vitória ajudou a desmantelar a imagem do gay palhaço”, afirma. Jean confirma a opinião do antropólogo ao afirmar que não está filiado a nenhum partido ou movimento. Para o jornalista, a militância é sua própria existência.

Além do professor, estiveram presentes a secretária de educação do município Olívia Santana, que anunciou uma parceria com a Unesco para combater o preconceito entre os jovens e a afirmação das minorias nas escolas baianas. Antônio Ferreira, ex-gerente do Bradesco e pivô do caso de demissão por discriminação também estava no trio principal, que levava como tema visual as bexigas vermelhas e brancas com as quais Ferreira enfeitava a agência do Itaigara onde trabalhava e teriam motivado a sua demissão por justa causa.

O ex-gerente ganhou uma indenização na Justiça do Trabalho de R$ 1 milhão, em primeira instância, e o ex-gerente espera apenas que o seu caso crie jurisprudência para que os gays não sofram mais com sua opção sexual no ambiente de trabalho. A festa foi inaugurada oficialmente pela madrinha da Parada Gay, a cantora Carla Cristina, que deu o sinal verde para a festa gritando “A cor é rosa e o mundo é gay”.

Fonte: A Tarde On Line

Celebração da tolerância
Heterossexuais comparecem em grande número à IV Parada do Orgulho Gay da Bahia, que reuniu cerca de cem mil pessoas
Luciana Barreto

Cerca de cem mil pessoas participaram da parada gay no centro da cidade

No Campo Grande, ao lado do primeiro trio, havia um homem vestido de menina. Saia, colar e top mostrando a barriguinha. Até aí, nada demais, já que se tratava da IV Parada do Orgulho Gay da Bahia. Mas de repente uma garota de verdade passou, e ele puxou o cabelo dela. "Vim vestido assim, mas gosto é de mulher", explicou o estudante Danilo Sampaio, 22 anos. Ele era uma transformista lésbica, digamos assim.

A IV Parada do Orgulho Gay reuniu cerca de cem mil pessoas, pela estimativa da Polícia Militar. Foi realmente a festa da diversidade, com o perdão do clichê. Diversidade não apenas porque havia gays, lésbicas, transgêneros, bissexuais, mas também crianças, velhinhas simpáticas, homens descarados, mulher atrás de namorado. "No meu tempo, minha filha, já tinha isso. Mas era trancado a sete chaves, escondidinho", diz Jacira Menezes, 86 anos, aposentada do Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Jacira se sentou no banco da praça, e ali ficou dançando.

Para o transformista Bagagerie Spielberg, havia mais heterossexuais que homossexuais na parada. "Com certeza, tem mais hetero aqui, o que é bom, demonstra que há tolerância". O presidente do Grupo Gay da Bahia e coordenador da parada, Marcelo Cerqueira, desconversou. "Não estamos preocupados com isso. As pessoas estão comemorando juntas". Não à toa, o coro não era grande quando os cantores repetiam, diversas vezes: "Salvador é gay".

A festa começou no Campo Grande, com um palco montado para apresentação de transformistas. A transformista Fabiane Galvão, 37 anos, invocou, no palco, questões políticas. Ela opinou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não é o culpado pela corrupção no país, e pediu aplausos ao político. Mas Lula foi pouco aplaudido. Logo no começo do desfile, os roteiristas da Globo Agnaldo Silva e Miguel Fallabella foram vaiados, sob acusações de retratarem o homossexual estereotipado.

Por volta de 15h30, os quatro trios saíram, aos poucos, do Campo Grande. No primeiro deles, estavam a cantora Carla Cristina, madrinha da parada, e o ex-big brother Jean Wyllys, que recebeu a faixa de embaixador da alegria. Jean fez questão de ressaltar que não faz parte de nenhum grupo político. "A minha militância é a minha existência", disse. O antropólogo Luiz Mott estava empolgado com a festa, e queria que a parada de Salvador ultrapassasse a de Fortaleza. "Fortaleza reuniu 200 mil pessoas. Queremos ultrapassar esse número". Também estava presente a secretária municipal de Educação e Cultura, Olívia Santana.

O povo dançou e cantou ao som de Carla Cristina e de participações especiais no primeiro trio, o Trio Magia, do Grupo Gay da Bahia. O segundo trio, patrocinado pelo Mix Brasil, foi arrastado pela Boate Queens e animado pelos Gogo Boys e Drag Queens. Depois, foi a vez de Daniela Firpo, com participação de Nara Costa. Ao todo, foram quatro trios.

No total, 327 policiais militares cuidaram da segurança da festa, mas ainda assim houve furtos e acidentes. No início da noite, na Avenida Carlos Gomes, o trio de abertura da Parada interrompeu o som por cerca de dez minutos, por conta de um acidente com o jovem Marcelo Conceição. Segundo testemunhas, ele foi assaltado e tentou reagir. Foi empurrado em direção ao trio, e teve uma fratura exposta no braço.


***

`Preconceito cordial´

Marcelo Cerqueira destacou a importância da festa, mas também alertou que na Bahia há um "preconceito cordial" em relação à sexualidade, e que a tolerância durante a parada não pode ser confundida com respeito à homossexualidade. "Vivemos numa pseudoliberdade. Ainda é muito difícil ser homossexual na Bahia. Algumas pessoas se recusam até a alugar apartamentos para casais homossexuais".

Alheios à Câmara e às questões políticas, as pessoas queriam se divertir. Mostrar a cara, brincar, revelar suas fantasias e curtir a festa sem se preocupar com quem olhava. Havia até uma personagem Cruela, com direito a dálmata de verdade, que toda hora posava para a foto. O dálmata, talvez num protesto sutil a tanta exposição, virava de costas para ser fotografado. "Mandei fazer a fantasia especialmente para esse evento", disse, orgulhoso, Maurício Martins, 39 anos.

Mas legal mesmo foi ouvir a música de Lulu Santos, no meio de todo aquele tumulto. "E a gente vive junto, a gente se dá bem, não desejamos mal a quase ninguém..." Nessa hora, todos os casais se abraçaram. Homens e mulheres com o cachorrinho puxando pela coleira, casais de mulheres jovens ou mais velhas, homossexuais malhados ou afeminados. Cada um curtindo a música dos casais apaixonados, que termina com uma opinão bem democrática, ressaltando o que realmente importa: "Consideramos justa toda forma de amor..."

Fonte: Correio da Bahia

Parada Gay da Bahia reúne 200 mil pessoas

da Agência Folha

Cerca de 200 mil pessoas participaram neste domingo da 4ª Parada Gay da Bahia, em Salvador, segundo estimativa da Polícia Militar do Estado. O número de participantes está dentro da expectativa do GGB (Grupo Gay da Bahia), organizador do evento, que estimou a presença confirmada pela PM.

Neste ano, a Parada Gay da Bahia foi realizada em setembro e não em junho, como nas edições anteriores, por ser um mês com menos ocorrência de chuvas.

Em 2004, participaram do evento, que foi com chuva, aproximadamente 20 mil pessoas.

Sete trios elétricos participaram do desfile de ontem, segundo a PM, e um palco fixo foi montado no largo Campo Grande. A previsão é que a festa terminasse só às 22h. O tema do evento deste ano, escolhido pelo GGB, foi "Amizade e Televisão".

Segundo informações da PM, 327 policiais militares foram destacados para acompanhar a parada. O balanço das ocorrências policiais durante a festa serão divulgadas nos próximos dias.

A parada gay seguiu o mesmo circuito dos trios elétricos no carnaval de Salvador: começou e terminou no largo Campo Grande, em frente ao teatro Castro Alves, região central da capital.


Fonte: Folha Online

Parada Gay atrai multidão em Salvador


Salvador - Animada por oito trios elétricos, a 4.ª Parada Gay da Bahia lotou o centro de Salvador na tarde de hoje. O desfile que saiu da Praça do Campo Grande percorreu o mesmo trajeto dos blocos durante o carnaval, seguindo até a Praça Castro Alves e retornando ao ponto de partida. Em cima do Trio Magia, do Grupo Gay da Bahia (GGB) que organizou a parada, o antropólogo Luiz Mott, fundador da entidade, discursou antes do desfile defendo o orgulho gay e criticando o preconceito.

As ruas ficaram cheias de pessoas fantasiadas das formas mais extravagantes e irreverentes possíveis e a Polícia Militar estimou em mais de 200 mil pessoas os participantes da parada. O ex-BBB Jean Willys foi atração principal do desfile, marcando o tema do evento "Amizade e televisão". A animação ficou por conta de artistas veteranos da axé music com Sara Jane, Alobêned e o grupo É o Tchan.

Na Rua Carlos Gomes, que integra o trajeto da parada, o GGB comemorou os 25 anos de fundação inaugurando, no acesso ao Largo Dois de Julho, a "Esquina do Arco Íris", símbolo da defesa do respeito à diversidade cultural. A direção da entidade pediu autorização à prefeitura e a Câmara de Salvador para "criar" a esquina, mas como a resposta estava sendo retardada, os militantes decidiram pintar "no peito" um painel com seis metros onde aparecem duas serpentes entrelaçadas com as seis cores do arco íris, simbolizando Oxumaré, considerada pelo GGB uma divindade andrógina do candomblé.

Após o desfile a festa iria prosseguir durante a noite na Praça do Campo Grande com a apresentação de artistas que fazem shows em boates gays de Salvador.


Biaggio Talento

Fonte: Estadão

A 3ª. Maior Parada do Brasil: Salvador 300 mil.

Por Marccelus Bragg

A IV Parada do Orgulho Gay da Bahia levou uma multidão às ruas de Salvador no dia de ontem 04/08. Foi uma festa em que se viu artistas, políticos, familias, figuras estilosas [todas querendo ter a sua excluvidade na avenida].

A cidade foi preparada para tal. A prefeitura deu o mesmo tratamento que um carnaval e mandou iluminar as principais avenidas e colocar gambiarras em artérias de grande concentração humana. Logo cedo as barracas temáticas, como a das transexuais e travestis vendendo objetos e roupas se montou ao lado de outras como as de souveniers da Boate Queens, a do Grupo Gay da Bahia disponibilizando material didáticos e as camisas da parada, a do Centro Espiritual Estrela de Salomão, do Afro Iris especializada em turismo GLS , do Núcleo Lésbico Palavra de Mulher e as deliciosas caipirinhas da metá-metá Michelly.

Este ano os políticos tiveram uma participação muito especial na Parada, a secretária de Educação Olivia Santana falou de um convênio da Prefeitura com vistas a divulgar nas salas de aula o respeito aos Homossexuais. Também foram vistas as faixas das vereadoras Aladilce Souza e Vânia Galvão e os panfletos de Daniel Almeida, todos chamando a atenção para a cidadania dos Gays e das Lésbicas. Uma visita ilustre e que ficou durante todo o cortejo em cima do trio do GGB, foi o presidente da Câmara Municipal vereador Valdenor Cardoso, sempre beijado por lindas mulheres e acenando bastante para a multidão. Só para lembrar, o Vereador Valdenor é o autor do Projeto de Lei que cria em Salvador a “Esquina do Arco Iris”, um pleito da comunidade gay local. O único vereador gay assumido da Bahia, o professor Adão de Vitória da Conquista chegou ao trio acompanhado do seu companheiro Alan Kardek e o casal heterossexual do Partido Verde PV, que organiza a Parada de Itabuna, Gal e Val Cabral empunhavam a bandeira da dignidade gay.

Outra figura suigêneris, que a Bahia já se acostumou a ver nas Paradas Gays, sempre sorridente, simpática e fraterna é a esposa do Ministro Jacques Wagner, a enfermeira Fàtima Wagner, que encarna o seu personagem de Frida Kahlo soberbamente.

De fora vieram abrilhantar a Parada os antenados rapazes do Site Disponível, que aqui forão super bem recebidos por Márcia Franco da OFF Clube – toda linda – no seu trio fantástico. E também, o nosso fofíssimo Erik Galdino, menino de ouro do Mix Brasil e que no Trio da Queens, do nosso badalado André Cupolo, era todo sorriso. Por falar em Cupolo, especialista em homem bonito, ele não deixou por menos, lotou o trio de strippers e de Go Go Boys, em especial os belíssimos Ramon Rodrigues e sua magestade Danilo, que não tirava da coroa da Queens da cabeça. Já Dion, exuberante no seu vestido branco liderou o trio da sua Boate Scadal em Feira de Santana com a banda Saliente onde rolou salva e Merengue. Toda a equipe de atores transformistas e de artistas que acompanham Dion se fizeram presentes.

Na avenida sete, o comentário que rolou durante a tarde da Parada foi que um caminhão lotado de homens com roupas sumaríssimas foi barrado pela polícia, que viu nos ínfimos trajes, um possível atentado ao pudor.

Jean Wyllys o mais famoso gay assumido do Brasil chegou tarde ao Trio do GGB, deixou o seu recado e posou para muitas fotos e recebeu a faixa de Embaixador da Parada. A cantora Rita Braz deu os acordes do Hino Nacional e a madrinha da Parada Carla Cristina recebeu a faixa bastante emocionada. Também radiante ficou a Miss Beleza Baiana, uma moça linda que participa pela primeira vez de uma Parada Gay. Também, Luiz Mott e Marcelo Cerqueira , afinadíssimos nos discursos, ambos falaram da alegria de acontecer em Salvador a terceira maior Parada do Brasil, mais de 300 mil pessoas participando e que o Jubileu de 25 anos do Grupo Gay da Bahia se consagra com este grande e fenomenal evento.

Os artistas estão onde está o povo e a nação GLBT agradece a participação na Parada da madrinha Carla Cristina, das cantoras Daniela Firpo, Alobenede [que puxou a banda do GGB], Rita Braz [de CD novo na Praça], Milla Black [rainha do Soul], Cátia Guima [toda exuberante], Nara Costa [a rainha do Arrocha], a amada dos Gays Sarajane [que participou a 25 anos atrás da primeira manifestação Gay do GGB no teatro Castro Alves], Roseane Pinheiro dentre outros.

A Feijoada Colorida de Maluf, na Casa da Italia, foi um festival de caras e bocas. “Bunitas e Abusadas” lotaram o tradicional recanto ítalo para fazer aquele pistão ao meio dia. E a nata da nata da comunidade gay disse “sim” eu quero é feijão. Dentre as quais, Bagageryer Spielberg, Os gatos Paulos, Yto Lao empresário da Sauna Olympus e uma galera de meninas lindas usando as camisas da sua sauna. Hério estilista, Luciano Cruz, criador da marca X'Boy, Javier Angonoa da Coordenação DST/AIDS da Bahia, Ivana Solon e Paula Reis figurinistas da Madrinha da Parada Carla Cristina, Wellington Andrade do Dialogay de Sergipe e Welton Trindade do Estruturação de Brasilia, as travestis que comandam, Lucia de Itabuna e Johnson Café do 1º. Spagay da Bahia. etc...

Os casais Nadson e Magno, Joniel e Henrique, foram os benditos do Pride. Vestidos de smoking transitaram entre o povo e responderam perguntas de populares sobre “casamento gay”, etc.. Ricardo Liper lançando o seu site “espartano.net”, Pinguim e Di Paula, apresentador de televisão, o museólogo Luis Alberto Freire, o Maestro Dilton, Valmick das Termas Planetário 11, os meninos do censo GLS de Salvador, etc... As drags e porformáticos foram um show a parte: Gotcha Smith e as meninas super poderosas, Fordonn, baianas travestidas, negas malucas, fantasias de luxo, etc... Nas ruas um personagem da história da Bahia não passou despercebido, a heroína Maria Quitéria, aqui representada pelo ator Tony Beleza.

O vilão do ano, o Banco Bradesco, foi criticado em faixas e cartazes como um banco nazista, por se negar a pagar uma indenização trabalhista em razão da dispensa a um bancário homossexual. Caso apontado como de discriminação explícita e cuja ação gira em torno de um milhão de reais.

O dia foi de um sol maravilhoso, céu azul e de uma brisa vindo do mar, e tudo colaborou para o sucesso desta IV Parada. Deus realmente gosta da Bahia e ama os Gays. Nunca se pensou que um dia os homossexuais ocupassem tanto espaço num calendário de eventos da soterópolis. E para comprovar isto, a festa rolou também durante todo o dia no palco armado no Campo Grande pelo Grupo Gay da Bahia, e a loucura foi a apresentação dos “Sungas”. Nossa, não havia espaço livre na praça, e é porisso que cada vez mais as pessoas estão enxergando nos gays os parceiros da alegria, da organização, da igualdade e do respeito.

Não é preciso dizer que o aniversário do GGB, os 25 anos de existência desta associação de defesa dos Homossexuais e das Lésbicas foi comemorado com o maior dos presentes, 300 mil pessoas nas ruas. Viva o GGB no seu jubileu, parabéns a todos que participaram desta grande festa da diversidade.

Fonte: http://portal.marccelus.com

 

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