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Preliminar em site gay indica que empresas devem apoiar ações de combate a homofobia
Salvador,Bahia, sexta-feira, 26 de agosto de 2011 - Editoria do site Continua repercutindo a nota que o Grupo Gay da Bahia (GGB) divulgou na última terça-feira 23 de agosto denunciando a falta de apoio da iniciativa privada aos eventos voltados para o público homossexual ao exemplo da 10º Parada Gay da Bahia que acontece em 11 de setembro na capital baiana que conta apenas com apoio de órgãos públicos do Governo da Bahia e Prefeitura Municipal de Salvador. O site de A Capa de São Paulo voltado para o público gay no mesmo dia do lançamento da nota em Salvador pelo GGB resolveu fazer uma pesquisa entre os seus leitores para saber o que eles acham da iniciativa do GGB em propor que LGBTs dêem preferência a consumir produtos e serviços de empresas que tenham algum valor social acrescido ao seu produto além das relações trabalhistas humanitárias, ações de combate as intolerâncias, ao exemplo da homofobia. O site ainda não divulgou os números de acessos ao questionário, mas já apresentam dados considerados animadores com base nas respostas da população LGBT do Brasil. O site perguntou aos seus usuários o seguinte. Você boicotaria empresas que não apóiam causas gays?. Confiram os resultados. 57% dos internautas responderam que sim, porque é um dever apoiar a diversidade.21% disseram não, as empresas têm seus interesses. Um total de apenas 4% respondeu que nunca deixaria de comprar a sua calça de grife. Por outro lado 18% responderam que as pessoas não têm essa consciência. O GGB acredita que está no caminho certo e em sintonia com a vontade da população LGBT do Brasil. “São dados motivadores que nos impulsionam a continuar a luta contra a homofobia institucional”, esclarece Marcelo Cerqueira, presidente da entidade em Salvador pretende começar em 2012 uma campanha para sensibilizar empresas e empresários em promover ações de combate a homofobia. Muitas empresas lançam editais voltados apoiar projetos, mas não faz referência ao apoio a diversidade. O inicio da campanha vai ter como foco uma empresa de telefonia. O ativista que têm apenas um número de telefone com prefixo 9989 a mais de quinze anos vai pedir a portabilidade e passar para outra operadora. Essa não foi a primeira vez que ele fez essa ação imediata contra empresas. Em 2009 ele cancelou sua conta no Banco Bradesco por o mesmo ter se recusado a indenizar um funcionário gay vitima de assédio moral comprovado na agência bancaria que trabalhava em Salvador. Endurecer sem perder a ternura o ativista brinca mais não perde o foco da ação e substitui a lógica original da máxima do Manifesto Comunista de 1848 voltado aos trabalhadores. “Gays, lésbicas, travestis, transexuais e simpatizantes culturais uni-vos” referindo-se a necessidade dessa união para avançar em relação ao combate a homofobia e garantia de direitos civis no Brasil. Confira a pesquisa no endereço do site é www.acapa.com.br
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