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Professor encontrado morto em casa

SALVADOR, 29/05/07 - O corpo do professor João Argolo, 59 anos foi encontrado na manhã de hoje por volta das 9h estendido ao piso do corredor do apartamento onde vivia na Rua Direita da Piedade, Centro de Salvador.  Os vizinhos incomodados com o forte odor que exalava do apartamento resolveram chamar a polícia e acabaram por arrombar a porta e ao adentrem ao local deparara-se com o corpo estendido ao chão já em decomposição.

A polícia chegou ao local por volta das 9hs e retirou-se cerca de 13hs com a remoção do corpo para perícia técnica no Instituto Medico Legal Nina Rodrigues o qual deverá emitir laudo apontando a causa morte. Estima-se que até a próxima quinta-feira o corpo seja liberado para que os parentes possam requerer e dar a destinação final.

Professor João Argolo, ou Pam, como era carinhosamente conhecido pelos colegas era natural Sergipe vivia em Salvador por mais de vinte anos. O porteiro do edifício relatou a Polícia que teria visto ele pela ultima vez nesse sábado passado. As evidencias apontam que ele foi realmente assassinado, seguido de latrocínio.  Portas do guarda-roupa estavam abertas, o que não era comum, a porta principal foi trancada por fora, constatou-se sinal de uma pancada na cabeça e um pedaço de pano foi enfiado em sua boca para evitar o que a vitima pedisse socorro.

A perícia não permitiu a entrada de ninguém ao apartamento, porém da porta da entrada principal que foi arrombada, percebia-se que a sala estava em ordem. A televisão ligada desde o crime, um filme estava em cima do aparelho de DVD, um equipamento de som com duas caixas, tudo parecia estar em seus devidos lugares.

Após a saída do corpo os peritos da 1º Delegacia revistaram o apartamento por completo na tentativa de encontrar alguma pista deixada pelo criminoso.

Sobe para cinco o número de homossexuais mortos este ano

Somente este ano cinco homossexuais já foram assassinados na Bahia, conforme dados do Grupo Gay da Bahia (GGB), sendo um crime a cada mês. Esta situação tem causado um grande desconforto aos homossexuais porque a prática indica que a impunidade com que esses crimes são tratados estimula que novos episódios dramáticos aconteçam sem que os assassinos sejam devidamente punidos pela Justiça.

O Grupo Gay da Bahia enviou nessa manhã uma nota ao Governador Jacques Vagner, ao Reitor da Universidade Federal da Bahia professor Naomar Almeida, ao Chefe do Gabinete do Governador, Dr. Fernando Schmidt e ao Editor Chefe do Tarde, Jornalista Florivaldo Matos. Na nota ao Governador o GGB pede celeridade e vigor nas apurações dos fatos e na condução do inquérito policial. “É preciso que todos cobrem que a polícia apresente a sociedade quem fez essa brutalidade” disse Marcelo Cerqueira, presidente do GGB.  (Editoria local).

 


 


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