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Professores visitam sede do GGB no Pelourinho
Por editoria local do site

 

Salvador, 3/09/09 – Um grupo de professores da rede publica municipal e estadual de ensino visitaram as dependências da sede do Grupo Gay da Bahia (GGB) na Rua Frei Vicente, 24 no bairro do Pelourinho. O grupo formado por professoras veio conhecer de perto o trabalho que a entidade desenvolve na questão dos direitos civis e humanos na Bahia.

As professoras estão se capacitando em Direitos Humanos e Diversidades com ênfase em relações raciais e nas questões de gênero e homossexualidade. O curso é coordenado pelo Instituto Anísio Teixeira (IAT) em parceria com a Secretaria de Estado de Educação da Bahia e a equipe que visitou a sede do GGB na tarde de hoje faz parte do Pólo de Capacitação Colégio Divino Mestre do distrito do Santo Antonio Além do Carmo.

O debate promovido por Marcelo Cerqueira e Milena Passos com os professores foi muito rico. Elas tiveram a oportunidade de expor as dificuldades em lidar com o conteúdo cientifico a ser transmito aos alunos e o desafio de pode tratar de temas transversais. Cerqueira relatou que alunos com identidade mais para o feminino sofrem mais preconceito por freqüentar a sala de aula com acessórios do sexo oposto.

Uma professora relatou que em sua classe existe um aluno que freqüenta aulas com unhas pintadas, batom, camiseta curtinha. Ele já conquistou o respeito dos demais e tem se destacado na escola. Já outra professora disse que tem dois alunos que tem maior dificuldade em aprender por conta de sua escolha e são repetentes. Essa mesma professora disse que eles têm dificuldade de absorver o conteúdo por gastar muito tempo do raciocínio com questões relativas ao preconceito e o medo inerente a tudo isso.

A visita a sede do GGB foi uma sugestão da formadora, responsável por transmitir os conteúdos professora Nadgena Miranda, acatado pelo grupo que teve a oportunidade de conhecer algumas experiência de perto. Nessa ocasião acontecia na sede do GGB uma reunião com travestis que o grupo foi se associado aos professores e o debate ficou muito rico com relatos diversificados.

As travestis Milena Passos e Paloma Prado puderam relatar suas experiências estudantis. “Tem de ter cuidado com as travestis e transexuais, muitas evadem por conta da perseguição” orienta Milena. Marcelo Cerqueira, também professor do ensino médio falou que todo educador deve entender que a homossexualidade não é doença e sim uma orientação sexual. “O professor deve promover uma educação sem preconceito quando um aluno expor sua orientação sexual”, afirma Cerqueira.  Na ocasião os professores levaram consigo a cartilha orientação sexual e homossexual que aborda essa questão com mais profundidade. Entre as demandas apontadas pelos educadores foi a carência de um serviço de psicologia nas escolas para lidar com o alunado em geral e em casos de homofobia.

 

 

 


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