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Punição

Tribunal de Justiça de São Paulo pune com censura juiz do "caso Richarlyson"
Editoria local



Acima o jogardor em campo. Abaixo em Salvador se divertindo no Feijão Vip da Cely em Lauro de Freitas com o Diretor do Departamento de Gestão Ambiental da cidade e também presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB).

 

 

SALVADOR,BA 1/01/09 -Em sessão pública realizada na última semana de dezembro de 2008 o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo determinou pena de censura ao juiz Manoel Maximiano Junqueira Filho, da 9ª Vara Criminal Central de São Paulo, que no último ano causou polêmica ao afirmar que "futebol é viril, varonil, não homossexual".

Segundo o Órgão Especial do TJSP, o juiz apresentou impropriedade absoluta de linguagem ao julgar a queixa-crime do jogador são-paulino Richarlyson contra o diretor-administrativo do Palmeiras, José Cyrillo Junior, que teria sugerido uma suposta homossexualidade do jogador. Na ocasião Junqueira Filho arquivou a ação e disse que se o atleta fosse homossexual ele deveria largar o esporte.

De acordo com o blog de Frederico Vasconcelos, da Folha de S. Paulo, a pena de censura acarretará ao juiz punições no que se refere à lista de direito à promoção, assim como agrava uma eventual nova infração.

Caso Richarlyson

O "caso Richarlyson", que levantou discussão sobre a homossexualidade dos jogadores de futebol brasileiros, começou em junho de 2007, quando uma nota da Folha Online dizia que um jogador iria se assumir. Poucos dias depois, no programa de Milton Neves, o diretor-administrativo do Palmeiras, José Cyrillo Junior sugeriu que o atleta em questão era o Richarlyson.

O caso gerou mais repercussão e Richarlyson entrou com uma queixa-crime contra Cyrillo, o que resultou na decisão homofóbica do juiz.

GGB comemora ação da Justiça de São Paulo

O grupo Gay da Bahia (GGB) comemorou a sentença do Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo determinou pena de censura ao juiz Manoel Maximiano Junqueira Filho. A entidade mantém sua posição firme contra o diretor administrativo do Palmeiras, José Cyrillo Júnior.

 A homossexualidade em si não constitui algo que se deva ter vergonha, ao contrário grandes nomes da história mundial foram abertamente homossexuais e contribuíram com a sua genialidade ao aperfeiçoamento da humanidade, haja vista a história dos brasileiros  Lota de Macedo, Mario de André, Santos Dumont e tantos outros homossexuais geniais.

“O que ele fez com o jovem atleta foi um típico caso de assedio moral” diz. Marcelo Cerqueira do Grupo Gay da Bahia. “Essa atitude violenta do administrador, causou sérios problemas ao jogador que sendo ou não gay teve de dispor de energia para poder se defender das acusações levianas” continua.  

De acordo com os estatutos da entidade o GGB não pretende ser o guardião da sexualidade de ninguém, mas sempre se posicionara quando a sexualidade, especialmente a orientação homossexual for utilizada no sentido de diminuir qualquer pessoa humana. “Essa é uma fatura muito cara para nós gays assumidos. Se assume quem pode e quem quer. Mas quem é assumido vive melhor, sem dúvida” completa Cerqueira.

 

 

 


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