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GGB visita comunidade violenta em Simões Filho
Por Redação

 

Acima, Cerqueira, Franklin Silva, Danilo Bitencourt e agente Boaventura do SI da 8 Delegacia de Simões Flho. Abaixo ao lado do coqueiro onde foi encontrado o primeiro corpo.

SALVADOR, 2/06/09 – Terça-feira. Como foi divulgado pela imprensa e no site do Grupo Gay da Bahia (GGB) integrantes da entidade, mais representante do Grupo Gay de Lauro de Freitas, Franklin Silva do Conselho Membro do GGB no Conselho Estadual da Juventude e Danilo Bitencourt da Secretaria Estadual de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH) chegaram a 8º Delegacia de Policia de Simões Filhos por volta das 15hs.

A visita teve a finalidade de conhecer de pertos os fatos envolvidos na morte violenta de Anderson Silva dos Anjos, 21 anos, e de seu companheiro identificado como Anderson ”Xinha”, 18 anos, do dia 28 de maio passado a 2ª Travessa de Bela Vista, em frente a CEASA em Simões Filho, região metropolitana.

Na delegacia devido compromisso anunciado da titular Delegada Ana Lucia não pode estar presente o grupo foi recebido pelo oficial Boaventura responsável pelo Serviço de informação daquela delegacia. Cerqueira se apresentou e apresentou os colegas. Entregou duas publicações da entidade GGB com informações sobre orientação sexual e homossexualidade, material produzido com apoio da SJCDH. Além do chefe do SI, Boaventura acompanharam a visita os agentes Antonino Ribeiro e Manoel Rosa. Informaram que as investigações estão em curso e que até agora às informações não retornaram do Instituto Médico Legal Nina Rodrigues, então eles não tem maiores informações sobre as vitimas. Até que as informações e atestado de óbito não retornem do IML eles não podem fazer muita coisa para dar formalidade ao processo devido os corpos serem encontrados em local público, a dinâmica é aguardar.

 “Quando os corpos são encontrados na rua leva-se para o IML que faz o levantamento cadavérico e informa a Delegacia de origem” explica Boaventura. “Os parentes devem requerer o corpo, se isso não acontece demora ainda mais o processo, porque muitas vezes acaba sendo enterrado como indigente” contunua ao tempo que demonstra ainda não ter a certeza da distinção uma da outra vitima, a não ser pelos fatos. Compareceu na delegacia um senhor dizendo-se ser pai de uma das vitimas, mas não foi colhido o depoimento devido estar embriagado e esse tipo de depoimento não tem fé pública.

Duas viaturas seguiram até o local do crime, um lugar com forte presença do trafico de entorpecentes.  Uma entrada discreta em frente a CEASA dava acesso ao local do crime conhecido pelos moradores como Travessa Bela Vista da entrada até o local onde foi encontrado o primeiro cadáver por uma estrada improvisada de barro, cerca de 70mts, para a casa de três cômodos onde o segundo corpo foi encontrado mais 50mt em linha reta. Na comunidade o mais profundo silencio ninguém fala sobre os acontecimentos. Logo na chegada os policiais abordaram um jovem da comunidade portando grande quantidade de pedras de crak prontas para serem comercializadas, conduzido até a delegacia.

O grupo saiu da visita com as seguintes hipóteses sobre o crime. Ambos não tinham passagem pela policia e um dos dois trabalhava como ajudante na CEASA, tanto que na casa chegava os recibos de energia elétrica parcelados em nome de uma mulher que possivelmente trabalharia no entreposto de alimentos. Eles poderiam ter alugado a casa para morar naquele lugar “Para alguém morar em condições tão insalubres, poderia ou não ter onde morar antes ou ter saindo de uma outra situação”, acredita Marcelo Cerqueira do GGB.

Já alguns acreditam que eles teriam sido mortos por serem desconhecidos na área e as facções locais do comando terem desconfiado de que eles seriam algum tipo de X-9 de outra facção rival na disputa pelo comando na localidade. A Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos vai fazer contato com o IML e apressar para que o caso volte logo a Delegacia para que as investigações sigam. Também ficou de encontrar a proprietária do imóvel, qual chegava os recibos de Coelba em seu nome, havia vários espalhados pela casa que já não havia sinais de que era bahitada a menos de dez dias.

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