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Suspeito nega autoria de crime

Da Reportagem - Diario de Cuiabá, 18/05/2010 -

O professor da rede estadual de ensino Benedito Juarez Silva, o “Toti”, de 50 anos, teria sido morto por apenas uma pessoa. O principal suspeito de ter cometido o crime, o produtor de eventos André da Silva Rodrigues, de 22 anos, com quem o professor mantinha um relacionamento homossexual, nega ser o autor do assassinato. A delegada Anaíde Barros, responsável pelas investigações, acredita que o autor tenha amarrado as mãos da vítima e a embrulhado num lençol, para conseguir arrastá-la até os fundos do quintal.

“As testemunhas ouvidas até agora não relatam a participação de mais pessoas. Só a presença dele (André) na casa antes e depois do assassinato. De fato, a vítima estava com as mãos estavas amarradas, mas o criminoso pode ter feito isso para conseguir arrastar o corpo”, informou.

As investigações apontam que o professor foi vítima de latrocínio (roubo seguido de morte). A princípio, a delegada Anaíde Barros trata o crime como homicídio, mas existem indícios de que o jovem foi o autor do crime, e que matou para roubar. Caso seja indiciado por latrocínio, a pena para o crime é maior e pode chegar a 30 anos de prisão dependendo das qualificadoras.

Após o assassinato, ocorrido há quase um mês no bairro Joaquim Curvo, em Várzea Grande, o produtor de eventos levou consigo uma motocicleta Honda Tornado, pertencente à vítima. O veículo, que André admitiu ter levado, teria sido abandonado com a chave na ignição próximo de um motel, na Avenida 31 de Março, em Várzea Grande. Os policiais estiveram no local, mas não localizaram a moto.

Uma das hipóteses levantada pelos policiais é de que ele tenha vendido a motocicleta para pagar o conserto de seu automóvel. Além disso, os policiais descobriram que ele alugou um revólver para matar o professor, o que caracterizaria um crime premeditado.

André admitiu à delegada que cobrava R$ 300 por encontro íntimo, mas não revelou quantos programas fez com a vítima. Acrescentou que morou com o professor como amigo. O contraditório é que, mesmo como amigo, eles chegaram a comprar vários bens juntos - situação incomum.

O produtor de eventos garantiu que há algumas semanas não estava mais morando com o professor e forneceu o novo endereço. O dono da casa, contudo, disse à polícia que nunca morou com o jovem.

André foi localizado depois de intensa investigação dos policiais que chegaram a cinco rapazes com quem André teve relacionamentos recentemente. Um deles chegou a pedir R$ 200 emprestado à vítima, dívida esta que nunca foi paga.

Após a morte do companheiro, o jovem se hospedou num hotel em Várzea Grande e pagou a conta com o cartão de crédito da vítima, fato que pesa contra o suspeito. O corpo, localizado no dia 13 deste mês, estava em decomposição e policiais da DHPP acreditam que ele tenha sido assassinado, possivelmente, quatro dias antes. (AR)

 

 

 


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